Magela está na pista para correr ao Senado.

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O deputado brasiliense Geraldo Magela (foto) pode até deixar de disputar o Senado no ano que vem. Mas avisa: “Estou na pista”. Seria um caminho natural. Está no terceiro mandato federal, já foi duas vezes candidato a governador e duas vezes secretário de Estado. Sabe, porém, que precisará transpor três barreiras até chegar lá: obter a indicação de seu partido, garantir para o PT a vaga de senador na chapa de Agnelo Queiroz e, por fim, ganhar a eleição. Justamente por isso, admite concorrer à

reeleição e mantém sua estrutura de campanha. Mas a meta, admite, é mesmo o Senado.

Primeiro passo será disputa interna
No PT já existe outra candidatura colocada, a do distrital Chico Leite. Caso seja mantida e não ocorra um acordo, o partido precisará estabelecer uma fórmula para escolher entre os dois nomes. O estatuto petista prevê prévias internas e a direção poderá recorrer a ela. Magela não arrisca uma previsão e reconhece que Chico Leite é um bom nome. Seus partidários lembram, porém, que Magela tem uma história mais longa no partido e conta com bases muito mais amplas que o distrital.
Frustração com o passado
A favor de se escolher um petista para disputar a cadeira de senador, Magela nota uma disposição das bases do partido. Deve-se a seguidas frustrações, que se acumularam ao longo do tempo. O PT brasiliense elegeu seu primeiro senador em 1994, com Lauro Campos. Embora petista histórico, Lauro não se alinhava automaticamente com o partido e acabou trocando-o pelo PDT ao final do mandato. Depois de perder com Arlete Sampaio em 1998, o PT voltou em 2002 a fazer um senador, Cristovam Buarque. Menos de dois anos após a posse Cristovam transferiu-se para o PDT. Na última eleição, em 2010, a coligação encabeçada pelo PT reelegeu Cristovam e elegeu seu companheiro de chapa, Rodrigo Rollemberg — só para vê-los comandar a oposição ostensiva ao atual governo. Para Magela, existe nas bases o sentimento de que foi usada e de que acabou elegendo senadores pouco confiáveis.
Abertura para alianças
Ao contrário do que ocorria até a eleição passada, assegura Magela, não se prevê uma reação negativa das bases petistas a um candidato a senador que venha de fora do partido. “O partido amadureceu nesse sentido e está pronto para coligações”, afirma. Isso significa que existe abertura, tanto na cúpula quanto nas bases, para a escolha do atual senador Gim Argello, do PTB, ou do deputado José Antônio Reguffe, do PDT. Argello, inclusive, é vice-líder do governo. Magela acredita, porém, que a palavra final não será dada no âmbito local. A direção nacional do PT deverá montar uma estratégia ampla para a disputa do Senado, envolvendo todas as unidades da Federação.
Questão de tempo
Pelos cálculos de Magela, a palavra final sobre a vaga brasiliense do Senado não deverá ser dada a curto prazo. Ao contrário, deve ser a última vaga a se preencher. O próprio governador Agnelo Queiroz deverá ter interesse em esperar ao máximo por uma definição.
Por Eduardo Brito

1 Comment

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    JOAO CARLOS , 11 de maio de 2013 @ 13:08

    MEU VOTO ESSE PT NUNCA MAIS TERA E MUITO MENOS VC MAGELA NAO TENHO CONFIO NA SUA PESSOA E MUITO MENOS NESSE PT SEM ETICA DE HOJE , VCS TODOS TERA NA VERDADE UMA REDUÇAO DE CADEIRA NO DF , OU MUDA ESSA FORMA DE VCS PT GOVERNA OS VC FICARAM MUITO TEMPO SEM PODER GANHA NADA .

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