Max Maciel, morador de Ceilândia e presidente da CUFA DF, é nomeado para o comite gestor do CDES DF.

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O governador Agnelo Queiroz, acompanhado do vice-governador, Tadeu Filippelli, presidiu nesta sexta-feira a primeira reunião de 2012 do grupo pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal (CDESDF), realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Os participantes discutiram projetos prioritários do GDF para este ano e elegeram o comitê gestor do grupo, que será responsável pela coordenação das ações e pela proposição das diretrizes de trabalho.


 

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 Foto: Roberto Barroso

   Além do governador Agnelo Queiroz (presidente) e do secretário de Governo, Paulo Tadeu (secretário-executivo), farão parte do comitê gestor do CDESDF a presidente da Associação Comercial do DF (ACDF), Danielle Moreira; o empresário do setor da construção civil Elson Ribeiro e Póvoa; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional DF, Francisco Caputo; o coordenador local da Central Única das Favelas (Cufa), Max Maciel; o cientista político Murilo Aragão e o professor da Universidade de Brasília Márcio Florentino.
 
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 Foto: Gustavo Costa
   Na abertura da reunião, o governador Agnelo Queiroz destacou a importância do CDESDF, criado no fim de 2011. “O conselho vai colaborar com a gestão pública, com base em quatro eixos: crescimento econômico, distribuição de renda, geração de emprego e sustentabilidade. Também vai prestar assessoramento direto ao poder público com a elaboração de estudos, a proposição de medidas necessárias ao desenvolvimento socioeconômico e a promoção do diálogo permanente entre governo e sociedade”, destacou.
 
     O secretário de Governo, Paulo Tadeu, observou que o ano de 2011 teve diversas vitórias para a sociedade do Distrito Federal. “Implementamos o Regime Jurídico Único para o servidores do DF, aprovamos a gestão democrática nas escolas e retomamos o orçamento participativo”, exemplificou. Ele também destacou o trabalho desenvolvido pelos cerca de 30 conselhos comunitários do DF que estão em fase de legalização e o trabalho dos movimentos socais como pontos positivos de articulação entre o governo e a sociedade civil ao longo dos últimos meses.
 
    Prioridades – Durante a reunião, foram debatidas as prioridades do atual governo em diversas áreas. O secretário de Transporte, José Walter Vazques Filho, destacou que, no dia 5 de março, será lançada licitação para renovação de 75% da frota de ônibus do DF. “Este ano, nossas metas são priorizar o transporte coletivo e o transporte não motorizado (bicicletas). Também é prioridade a ampliação do metrô até a Asa Norte”, afirmou. O secretário ressaltou ainda que a linha amarela, que ligará o Gama à Santa Maria, já está sendo construída e deverá ficar pronta em 18 meses.
 
     Na área da Saúde, as prioridades para 2012 são os programas de atenção básica à saúde. “Em 2011, o Saúde da Família cobriu 23% das residências do DF e, neste ano, a meta é chegar a 50%”, afirmou o secretário de Saúde, Rafael Barbosa. “Além disso, pretendemos terminar o ano com 13 Clínicas da Família e, até o final do governo, serão 42”, completou. A primeira Clínica da Família do DF foi inaugurada em Samambaia e já realizou cerca de 2 mil atendimentos (entre consultas no local e visitas em domicílio).
 
     Rafael Barbosa destacou também que o GDF reformou, em 2011, 21 centros de saúde e criou 80 novas vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). “E vamos abrir outros 80 leitos neste ano. Além disso, estão previstos R$ 18 milhões para investimentos em centros cirúrgicos e unidades de internação”, informou o secretário.
 
     Na área de educação, um dos destaques em 2012 será a qualificação e a capacitação dos servidores da rede pública de ensino. “Também priorizaremos ações para garantir melhores condições de estudo para os alunos por meio de reformas e pequenas intervenções nas escolas do Distrito Federal”, afirmou o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa.
 
    Após a reunião de hoje, ficou definido que o Conselho trabalhará com quatro áreas prioritárias: desenvolvimento econômico e combate à desigualdade social, transporte, saúde e educação. Os conselheiros serão divididos em quatro grupos de trabalho (um para cada eixo), de acordo com suas afinidades. Cada grupo terá três meses (até a próxima reunião do CDESDF) para apresentar propostas e planos de ação ao comitê gestor.
 
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 Foto: Gustavo Costa
     O secretário Paulo Tadeu informou ainda que o Conselho criará um observatório de equidade. Será um espaço voltado para o conhecimento, coordenado pelas universidades de Brasília (UnB) e Católica (UCB), Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). “O observatório dará subsídios técnicos para as ações do Conselho”, destacou o governador Agnelo Queiroz.
 
Perfil – O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal é inspirado no CDES da Presidência da República, criado em 2003 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A composição do CDES-DF terá como marca a pluralidade. Três grupos formam a estrutura da sociedade civil. O grupo dos movimentos sociais é integrado por representantes do movimento sindical e social, do cooperativismo e das organizações não governamentais; o setor empresarial é representado por lideranças de organizações empresariais da indústria e comércio, agronegócio e do setor financeiro. O grupo de personalidades é integrado por acadêmicos, intelectuais e lideranças.

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