Melhorias na mobilidade urbana são debatidas na CLDF

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Melhorias na mobilidade urbana são debatidas na CLDF

Situação atual exclui segmentos (Foto: Fábio Rivas/CLDF)
A Câmara Legislativa debateu nesta segunda-feira (16), em audiência pública, melhorias na mobilidade urbana dentro do Distrito Federal. Por iniciativa do deputado Evandro Garla (PRB), a discussão no Plenário da Casa tratou da implementação de uma política de mobilidade urbana sustentável, articulada com as iniciativas governamentais nas áreas de transporte e desenvolvimento urbano.
“A mobilidade urbana tem foco no acesso amplo e democrático ao espaço urbano, priorizando os modos de transporte coletivo e os não motorizados, de forma segura, socialmente inclusiva e sustentável”, explicou Evandro Garla. O distrital enfatizou que umas das características que mais chamou sua atenção quando se mudou para Brasília foram o transporte público precário e a falta de calçadas.
A diretora de planejamento e fiscalização da Agência de Fiscalização do DF (Agefis), Márcia Muniz, destacou em seu discurso a necessidade de o DF contar com calçadas que facilitem o acesso ao transporte público e a circulação das pessoas nas cidades. “A situação atual excluí os idosos e dificulta a prática de exercícios fiscos. Não tem como fazer um sistema viário sem pensar a sua acessibilidade. Estamos engatinhando na formação dessa cultura inclusiva”, observou a representante da Agefis.
De acordo com o secretário de Transportes, José Walter Vasquez, a audiência realizada na CLDF é “importante e demonstra que a Casa não se furta a discutir a questão do Transporte no DF”. Para ele, os 5.000 pontos de ônibus no DF são “exemplos de desrespeito à população”. Na opinião do secretário, além das preocupações com acessibilidade, o governo precisa investir em segurança para incrementar a mobilidade pública. “Sem segurança não é possível exercer o direito de ir e vir. Estamos assimilando como normal questões absurdas, como o uso de cercas elétricas”.
Já o coordenador institucional do Centro de Treinamento de Educação Física Especial, Ulisses Araújo, observou que a melhoria da mobilidade urbana deve ser pensada por um conjunto de secretarias e focada na qualidade e na tecnologia. “As obras mal feitas geram acidentes. Uma calçada que não é lisa, por exemplo, pode gerar infecção urinária em cadeirantes, devido ao excesso de trepidação”, afirmou.
Bruno Sodré de Moraes – Coordenadoria de Comunicação Social

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