Mesmo com alvará sob suspeita, shopping será inaugurado no sábado em Taguatinga.

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Obras do Shopping JK, que fica entre Ceilândia e Taguatinga (DF)Reprodução/TV Record Brasília
Mesmo sob investigações, as obras do Shopping JK, que fica entre Ceilândia e Taguatinga (DF), continuam. A suspeita é de que houve pagamento de propina para que a construção fosse autorizada. Na semana passada, ua Polícia Civil do Distrito Federal começou uma operação na qual foram presos os administradores de Taguatinga, Carlos Jales, e o de Águas Claras, Carlos Sidney. Eles são acusados de comandarem um esquema de fraudes e cobrança de propinas a empresários para liberação de alvarás de construção.  

A inauguração do shopping está prevista para o próximo sábado (16). Quem passa pela frente da obra, às margens da avenida Hélio Prates, precisa andar no meio da rua ou entre caminhões e tratores da obra.   
A construtora responsável pela obra do shopping informa que não houve nenhuma irregularidade na concessão dos documentos referentes à construção. A empresa afirma que vai entrar nesta semana com um pedido de Habite-se na administração de Taguatinga.  
Investigações
De acordo com as investigações coordenadas pela Deco (Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado), as administrações cobravam propina a empresários para liberação de alvarás de funcionamento e construção de estabelecimentos comerciais. Empresários foram intimados a prestar depoimento, inclusive o ex-governador Paulo Octávio.  
Os administradores de Taguatinga e Águas Claras foram exonerados dos cargos na última quinta-feira (7). O governo também determinou o início de um processo disciplinar para apurar as responsabilidades dos funcionários apontados nas investigações.  
Segundo o delegado Alexandre Gratão, responsável pelo caso, foram expedidos dois mandados de prisão preventiva para os administradores, 15 mandados de busca e apreensão de objetos e documentos e pelo menos dez mandados de condução coercitiva a empresários que serão obrigados a prestar esclarecimentos.    
O ex-administrador de Águas Claras recebeu o benefício de cumprir prisão temporária em regime domiciliar na manhã deste sábado (9), mas não foi localizado pela Polícia Civil do DF no endereço onde deveria estar. Por conta disso, Oliveira é considerado pela polícia como foragido e a Deco.  
Informações do R7

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