Metroviários e professores decidem voltar ao trabalho

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Após assembleia tumultuada, a
maioria dos metroviários defendeu a volta ao trabalho. Segundo o diretor de
Relação Sindical do Sindmetrô, Ronaldo Amorim, a expectativa era de que o
serviço fosse normalizado ainda à 0h hoje: “É possível que haja impacto no
trabalho pela manhã. Até o fim dia, o serviço estará normalizado”.

A categoria aceitou
a proposta que define a questão dos comissionados e concursados. “Metade
do efetivo será de carreira do Metrô e o restante de livre provimento.
Concursados serão convocados assim que a Lei de Responsabilidade Fiscal
permitir”, completa o diretor.  Em relação aos reajustes, o Tribunal
Regional do Trabalho vai julgar o dissídio de greve.

O governo de Brasília informou
que não deve cortar o ponto dos professores que encerraram a greve na manhã
desta quinta (12). Contudo, o ano letivo deve se estender até janeiro de 2016
em algumas escolas. A paralisação durou 29 dias.

De acordo com o
chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, houve disposição do governo em pagar pelos
dias paralisados, mas ressaltou que a reposição das aulas será fiscalizada com
rigor, por meio de comissões.

Cada escola
formulará, em consonância com a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer, o
próprio calendário para repor os conteúdos, já que as instituições foram
atingidas de maneiras distintas pela paralisação. “Algumas pararam parcialmente,
outras totalmente. O mais importante é que os alunos não saiam prejudicados
nesse processo”, destacou Sampaio.

Outro item que
consta do documento apresentado à categoria é o compromisso do Executivo em
fazer os pagamentos das licenças-prêmio de dezembro deste ano a março de 2016.
De acordo com Sampaio, o governo iniciou um levantamento para identificar
quantos servidores deram entrada no pedido. “Com base nisso, vamos buscar
o financeiro para garantir o pagamento das licenças não gozadas e passíveis de
ser convertidas em pecúnia dentro do prazo estabelecido.”

Para o secretário de
Educação, Esporte e Lazer, Júlio Gregório Filho, o retorno da categoria ao
trabalho traz tranquilidade à comunidade escolar. “Agora é hora de levar
às instituições o clima de paz e prestarmos o melhor atendimento possível aos
nossos estudantes”, disse. Ele tranquilizou pais e alunos ao explicar que
o Estado é obrigado a encerrar o ano com, pelo menos, 200 dias letivos no
calendário escolar, de acordo com a Lei de Diretrizes Básicas da Educação.
“Temos convicção de que os calendários de reposição serão cumpridos sem
maiores problemas.”

Com informações do JBr

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