Mostra Brasília exibe, de graça, 10 curtas nesta quarta.

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         Diretores de curtas-metragens do DF
concorrem ao Trofeu Câmara Legislativa (Foto: Carlos Gandra/CLDF)

Nesta quarta-feira (28), segundo dia da Mostra Brasília, o Festival
de Brasília do Cinema Brasileiro apresentará 10 filmes em curta-metragem
produzidos no DF. Os filmes serão exibidos a partir das 15h, no
auditório 1 do Museu do Conjunto Cultural da República,
com entrada
franca. Após a exibição dos filmes, os realizadores debatem com o
público os seus trabalhos. Confira a programação de hoje abaixo.
Trofeu Câmara Legislativa está em sua 16ª edição e tem como
objetivo estimular a produção audiovisual do Distrito Federal, apoiando o
desenvolvimento das produções locais. Este ano, concorrem ao Troféu
Câmara Legislativa
68 filmes, que disputam R$ 150 mil em prêmios nas
categorias: longa-metragem (1º lugar: R$ 75 mil e 2º lugar: 35 mil) e
curta-metragem (1º lugar: 25 mil e 2º lugar: 15 mil).
A escolha dos vencedores será feita por dois júris, cada um composto
por três integrantes indicados pela Câmara Legislativa, pela Secretaria
de Cultura do Distrito Federal e pela Associação Brasiliense de Cinema e
Vídeo (ABCV). Os filmes premiados serão exibidos em sessão aberta ao
público no auditório da Câmara Legislativa na primeira semana de
outubro.
Os melhores curtas-metragens serão escolhidos por Ana Arruda Neiva
(produtora, curadora e programadora de mostras), Danyella Proença (mestre
em Comunicação Social, jornalista e diretora) e Guilherme Lobão (crítico
de cinema da Band News FM e do blog Clica em Cinema e editor do
Clicabrasilia).
1º Dia – A diversidade foi a marca do primeiro dia da Mostra
Brasília, na terça-feira (27), com a exibição de 11 filmes de
curta-metragem. Documentários, ficções e experimentais foram
apresentados por veteranos, iniciantes e estudantes, num panorama de
pluralidade dos realizadores locais. O diretor de Ouro de tolo,
Arturo Buzzi Filho, elogiou a “democratização digital” promovida pela
Mostra Brasília.
Programação – Quarta-feira (28)
15h, Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, auditório
1, entrada franca
Mostra Brasília (curtas) e debate, classificação 14 anos
Fiéis, de Alexandre Fortes, 13min, DF
Fiéis entra para discutir o casamento,
entra para discutir o amor, entra para discutir a religião e para
discutir a legislação. União Estável? União Estável entre casais
homossexuais? Por que assinamos contratos? Por que casamos? As pessoas
continuam assinando contratos sem saber porque estão fazendo isso. Será
porque as pessoas não confiam umas nas outras? Por que na hora da maior
prova de amor de um casal, existe um termo judicial a ser assinado?
Existe amor verdadeiro nesses termos judiciais?
O troco do fiado, de Sérgio Neves, 6min, DF
Um skinhead marca um duelo com um rival negro, que demora a chegar.
Um trauma de infância o visita durante a longa espera e ele decide
quebrar o vidro do carro de seu “inimigo” bem na hora em que ele chega
para o duelo.
Na onda da música, uma nova realidade, de Jonas Rocha, 13min30, DF
A diversidade cultural em Brasília é o tema do documentário Na
onda da Música, Uma Nova Realidade
que traz três projetos musicais
formados em três cidades da periferia de Brasília. A maioria dos
projetos utiliza o jovem como principal agente de transformação cultural
nessas cidades, como a APL de Hip Hop de Ceilândia que ensina aos
jovens da comunidade a economia da cultura para transformar jovens
artistas em empreendedores culturais. O projeto Tamnoá – Tambores do
Paranoá e o projeto Asé Dudu são a prova de que é possível lutar contra o
preconceito da música de origem africana e esclarecer os jovens de que
candomblé não é uma religião maligna. Todos esses grupos lutam para
receber apoio do governo local, mas mesmo a falta de verba e divulgação
não os impedem de ensaiar no quintal do vizinho para uma apresentação na
praça central da cidade.
Hasta la vista, de Walder Junior, 14min47, DF
Uma jovem vendedora de CDs de mp3, explorada pelo namorado da mãe, é,
até então, o amor platônico de um vendedor performático de DVDs
piratas, Luizinho. Durante mais uma noite de trabalho pelos bares de
Brasília, tudo parece normal, mas uma brusca mudança na atitude do rapaz
leva os dois a um encontro inesperado, uma mágica oportunidade para
Luizinho revelar seus sentimentos!
 Mulheres de 50, de Patrícia Antunes, 25min, DF
“Benditas coisas que não sei. Os gostos
que não provei. O tempo escorre num piscar de olhos. Posso brincar de
eternidade agora. Sem culpa nenhuma.” Mulheres de 50, verdes e tão
maduras. Mulheres que entre tantas “marias”, abriram suas histórias,
suas vidas, fantasias, anseios, desejos e frustrações para compor um
filme que retrata acúmulos e transformações reais de meio século da
ascensão feminina. Este documentário revela de maneira leve e divertida
temas que fazem parte do dia-a-dia de mulheres que desde meninas já
sentem os desafios que terão de encarar pela vida. Amor, liberdade,
casamento, sexo, solidão, trabalho, independência, violência, homens…
tudo revelado a partir do olhar e da sensibilidade feminina. Um filme
para mulheres e homens de 20, 30, 40, 50… “A mulher: aos 50 anos ela
olha pra si mesma e se vê como é, sai e vai para onde ela bem entender.”
Parla, mentor, de Kleber Robson, 25min, DF
Breve histórico dos fatos mais marcantes
e contundentes da Ditadura Militar brasileira após o Golpe de 1964 e
dos movimentos de redemocratização que a sucederam, como a eleição de
Tancredo Neves, o Movimento das Diretas Já, o Badernaço de Brasília, a
Assembléia Nacional Constituinte e o Impeachment do Presidente Fernando
Collor de Mello. A sucessão de imagens é intercalada com depoimentos de
políticos e parlamentares conceituados, de partidos diversos, que
conviveram com aqueles momentos de censura, perseguição, tortura, morte e
também com o período de avanço nas conquistas democráticas.
Lapso canabial, de Daniel Souza e Maher Luis, 11min40, DF
Nosso herói se encontra em um dramático hiato-criativo, sendo
pressionado por pesadelos constantes; assiste sua vida ser dominada pela
frustração e o tédio. Subitamente, como uma flecha disparada a esmo,
uma idéia genial lhe é arremessada de lugar nenhum. Eufórico e
deslumbrado, nosso herói faz “das tripas coração” para agarrar sua nuvem
de genialidade, quando é agraciado com uma verdade maior.
Flor da pele, de Luciana Newton, 5min, DF
Júlia é uma adolescente que ainda respira ares de menina e que, ao se
deparar com uma pintura em um museu, é tomada pela atmosfera do quadro e
faz uma viagem ao seu mundo interior. Nesse momento de introspecção, a
menina descobre novas cores, sons, cheiros e gostos. Todos eles conduzem
para uma porta, que ao ser aberta lhe revela desejos, toques e
sensações que ela desconhecia.
Fracta, de Rafael Lenzi, 1min52, DF
Fragmentos reencenados pelo
subconsciente de uma mulher que, em suas percepções, pensamentos e
reações de um mundo caótico, ausente de amor, se aproxima da loucura.
As santas aventuras endiabradas de madame Quin Quin em Buenos
Aires, de Rogério Quintão, 25min, DF
Após o recebimento de uma mensagem
espiritual do Pagé Serpente vermelha, seguindo a orientação dos guias
espirituais, Madame Quin Quin resolve passar um fim de semana em Buenos
Aires, em busca de santas aventuras endiabradas.
CLDF.

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