“Nosso pão e nosso Leite” não vai acabar, diz diretor da Emater.

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                               O programa deve sofrer modificações
(Foto: Silvio Abdon/CLDF)
O diretor-executivo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão
Rural (Emater), Marcelo Resende, garantiu que o programa “Nosso Pão e
nosso Leite” não vai acabar, mas apenas passar por mudanças com a
finalidade de aperfeiçoá-lo. A afirmação foi feita hoje
(29) durante audiência pública convocada pela deputada Eliana Pedrosa
(DEM) para discutir a situação do programa. 
Marcelo Resende lembrou que o programa beneficia 47 mil pessoas no
Distrito Federal, mas que o marco legal em que se apóia é muito frágil,
requerendo alterações que o tornem mais eficiente e
transparente. Resende esclareceu ainda que o depoimento das mães e
lideranças comunitárias, no decorrer da audiência, foi importante para
ajudar a encaminhar as modificações que serão feitas.
O programa é implementado a um custo anual de R$ 35 milhões e é
atendido por 101 produtores do DF e 224 de Goiás. Entre eles, há
produtores que fornecem 151 litros de leite, contra outros que entram
com mais de 81 mil litros. Essa é a realidade atual, mas, segundo
declarou Resende, em qualquer mudança “a prioridade será sempre para
o pequeno produtor”.

Marcelo Resende também defendeu a secretária de Desenvolvimento
Social e Transferência de Renda (Sedest) do DF, Arlete Sampaio, apontada
por alguns dos presentes como defensora da idéia de trocar a entrega
direta do leite e pão por dinheiro. Para o diretor da Emater, Arlete foi
a responsável pela implementação do maior programa de leite do país,
executado pelo Governo Federal nas administrações do ex-presidente
Lula.

CLDF.

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