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Vice-prefeito Adolfo Lopes: “Unidos, PT e PMN são invencíveis
em 2012”
O vice-prefeito de Valparaíso e pré-candidato a prefeito pelo PMN, Adolfo Lopes, aproveitou as inserções na TV que seu partido lhe cedeu para criticar o descaso com o Entorno. Segundo ele, não adianta “tapar o sol com a peneira”, porque as cidades da região clamam por socorro em todas as áreas: saúde, educação e transporte. “A BR-040 tem matado diariamente e ninguém faz nada.” Enquanto isso, na Câmara Municipal, os vereadores conseguiram um feito inédito, conta o vice-prefeito. Elegeram por unanimidade o presidente da Casa, o vereador Joaquim Lacerda, do PSDB. “Cadê a oposição?”, questiona Adolfo, sem entender o que realmente aconteceu na votação. Os 11 parlamentares votaram no candidato da prefeita Lêda Borges, que, segundo o vice-prefeito, ignorou o Natal e não transmitiu nenhuma mensagem à população. “Deve ser porque a cidade está tão abandonada que ela ficou constrangida de desejar Feliz Natal”, diz. Ele conta que o asfalto mal feito foi embora com a chuva e que Valparaíso está toda esburacada.

O vice-prefeito ainda tenta construir um aliança com a pré-candidata do PT, professora Lucimar Conceição. Ele calcula que unidos eles seriam invencíveis em 2012. Todavia, Adolfo Lopes não abre mão da cabeça de chapa. Ele argumenta que Lucimar é bem mais jovem que ele e que, por ser contrário à reeleição, não voltaria a disputar em 2016, abrindo a vaga para a petista. “E ela poderia ser a secretária da Educação, já que tem perfil para a pasta.” A aliança também elegeria um deputado estadual, que poderia vir a ser do PT. “É um vergonha Valparaíso não ter um deputado porque a prefeita decidiu apoiar a candidatura de Sônia Chaves, que agora deve deixar a Assembleia Legislativa e voltar à Prefeitura de Novo Gama.” A deputada tucana não deve apoiar a reeleição do prefeito João Pacífico, o Doka, já que estão rompidos, e o PSDB não tem ou­tro nome para disputar o pleito em 2012. Não só Novo Gama, mas também Valparaíso, perde seu representante no parlamento.

Erosão engole casa em Luziânia
As chuvas dos últimos dias aumentaram uma erosão localizada  no encontro dos bairros Fumal e Centro, em Lu­ziânia, e o buraco acabou engolindo uma casa. A imagem ganhou os holofotes da imprensa nacional. A erosão de cerca de dez metros de profundidade ameaça carregar outros imóveis e uma ponte. No local, uma canalização concentra as águas das chuvas e o esgoto da região, que desemboca num córrego. A Defesa Civil cadastrou as famílias que moram no local e que aguardam a transferência para outra área. A erosão existe há quase uma década, e nos meses de chuva sempre au­menta o perigo para as famílias. A prefeitura promete canalizar o córrego e construir uma galeria pluvial, mas as obras só começam em abril.
Presos fogem em Formosa
A situação das cadeias e presídios das cidades do Entorno é caótica, assim como no restante do Estado. E foi de um desses presídios, em Formosa, que cinco presos fugiram pelo telhado, há poucos dias. Dois cumprem pena por homicídio e três por roubo. Segundo o diretor de segurança da A­gên­­­cia de Execução Penal, João Junior, os homens utilizaram pedaços de ferro retirados das camas para furar a laje do presídio.A agência abriu um procedimento ad­ministrativo para apurar as circunstâncias e as responsabilidades da fuga e um diretor vai auxiliar as investigações a pedido do delegado Ede­mundo Dias, presidente da agência.
DEM e PSDB fecham com Attié em Cristalina
Dois vereadores de Cris­talina podem ser expulsos de seus partidos por infidelidade partidária, segundo Lu­ciano Rogério Fernandes, secretário municipal e presidente em exercício do PSD local. A vereadora Aparecida Faria, do PSD, teria contrariado a orientação da legenda ao encabeçar uma chapa de oposição na eleição da mesa diretora da Câmara. Ela é secretária-geral do PSD. O vereador Sálvio Antônio, do PSDB, encontra-se na mes­ma situação: o diretório tucano já abriu processo para expulsá-lo do partido por infidelidade. Ambos podem ain­da perder o mandato, caso sejam expulsos, uma vez que o STF decidiu que o mandato é do partido.

Em Cristalina, DEM e PSDB já decidiram apoiar a administração e a reeleição do prefeito Luiz Carlos Attié, afirma Luciano Rogério. O acordo foi fechado semana passada na chácara do prefeito. A decisão contraria a orientação do PSDB regional, que é contra a aliança com Attié. O prefeito, no segundo turno da eleição para governador, apoiou Iris Rezende, do PMDB. O prefeito licenciado de Luziânia, Célio Silveira, principal liderança do PSDB no Entorno, já afirmou que o partido não vai apoiar a reeleição de Attié. Mas o prefeito conta com a força do secretário da Casa Civil, Vilmar Rocha, que é tão ou mais próximo do governador Marconi Perillo que Célio Silveira. O presidente estadual do PSDB, Pau­linho de Jesus, afirma que o partido vai lançar candidatura própria, enquanto o presidente do diretório local, João Fachinelo, defende a aliança com o prefeito. Uma guerra que apenas Marconi Perillo pode apaziguar.

Lei seca no Entorno
O Ministério Público, a partir do Projeto Entor­no/DF, quer reduzir os índices de criminalidade na região. Para isso, delineou duas linhas de atenção: implantação da Lei da Hora Certa em bares e estabelecimentos similares e melhorias no Sistema Prisional goiano. O primeiro ponto trabalha com política preventiva de crimes. A ideia é restringir o horário de funcionamento de locais que vendem bebidas alcoólicas para que as estatísticas de delitos tenham acentuada queda, como já demonstram pesquisas. Já o segundo ponto, a melhoria do Sistema Prisional, implica cumprimento das disposições da Lei de Exe­cuções Penais, que garante aos presos respeito à dignidade da pessoa humana.
Um Natal de violência
A polícia registrou 13 homicídios entre a noite de Natal e segunda-feira, 26, em Luziânia, Valparaíso, Novo Gama, Jardim Ingá e Águas Lindas. De acordo com a polícia, todos os crimes estão relacionados com o tráfico de drogas e gangues. Dados do Gabinete de Gestão de Segurança do Entorno estima que a região fecharia o ano com quase 700 mortes violentas. Em 2010, de janeiro a setembro, o número de homicídios foi de 393; em 2011, nos nove primeiros meses do ano, foram registrados 483 assassinatos. De acordo com o gabinete, 28% dos delitos graves cometidos em Goiás se concentram no Entorno, assim como 38% dos homicídios do Estado.
Jornal Opção.

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