Novo ônibus BRT (Trambolhão) quebra antes de chegar ao DF.

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Na penúltima semana de dezembro de 2013, o GDF e a viação Pioneira (leia-se Nenê Costantino) trouxeram do Paraná para Brasília um ônibus BRT (‘Trambolhão’) para testes nas ruas do DF.



O Ônibus veio já pintado de amarelo, com o mapa da linha em uma das portas, mas com duas novidades:


1- Motor traseiro, fazendo com que tivesse chassis baixo e piso baixo. Uma vitória para a Justiça do Trabalho e para todos nós que questionamos na justiça o uso de motor na frente com chassis altos, causando doenças aos motoristas e passageiros;

2- Portas dos dois lados. Ou seja, o GDF percebe que seu modelo de transporte com portas do lado esquerdo é errado, mas mantém o modelo, para justificar quase R$ 1 bilhão já gastos em obras para adaptar as vias do DF aos veículos que rodam no lado errado.

Agora, vamos as perguntas que têm sido feitas:

I – Por que quebrou o ônibus novo? 

Provável resposta: o motor pode ser sub-dimensionado, não aguentando o uso contínuo ou não lhe deram a manutenção nas poucas horas de funcionamento que teve.

II- O que é esse mapa em uma das portas?

É a linha que o GDF quer fazer com os Trambolhões, vinda de Santa Maria e o Gama. Talvez o GDF esteja admitindo que o modelo de duas baldeações seja impraticável e usando os Trambolhões com portas dos dois lados queira colocá-los em funcionamento logo antes das eleições, para enganar a população.

III- Por que o GDF omitiu o fato do ônibus ter quebrado na viagem de vinda?

Pois mostra que os veículos desse obsoleto e arcaico sistema de corredores de ônibus deverão seguidamente quebrar durante seu uso. E isso seguramente vai irritar a população.

Blog Ambiente e Transporte.

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