Objetivo agora é preservar mandatos de distritais

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Pode até haver exceções, mas a grande maioria dos distritais governistas que almoçaram ontem na residência oficial de Águas Claras — eram 16 — saiu de lá convencida de que existe uma orientação do Buriti para que se preservem os mandatos dos quatro deputados hoje em risco de sofrerem processos na Câmara Legislativa. Benedito Domingos, Aylton Gomes, Rôney Nemer e até Raad Massouh estão nas boas graças do governo, que não gostaria de vê-los cassados. O mesmo pensam vários dos colegas que se manifestaram durante o encontro. Um deles até desabafou: “nós somos deputados, não justiceiros”. 
Só se não chegar ao plenário

O problema está em organizar o modus faciendi. Existe também a convicção generalizada de que para se evitar a condenação será preciso impedir também que qualquer processo chegue ao plenário. É que agora o voto é aberto. Seria a primeira vez, desde que se acabou com o voto secreto na Câmara Legislativa, a se julgar um distrital por quebra de decoro parlamentar. Com o público acompanhando as manifestações dos distritais seria difícil, para não dizer impossível, obter margem para absolvição. Será necessário barrar a denúncia nas instâncias iniciais — ou seja, na Mesa Diretora, na Corregedoria ou na Comissão de Ética. A propósito, o corregedor Patrício não esteve em Águas Claras. 

Por Eduardo Brito / Jornal de Brasília

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