Obras no Sol Nascente em Ceilândia serão intensificadas no período de seca

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Os órgãos envolvidos nas obras
do Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia, voltaram a se encontrar na
manhã desta segunda-feira (18) para mais uma roda de avaliação do trabalho. O
governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou
da reunião na sede da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos. “Temos
até outubro para imprimir ritmo mais intenso”, destacou o governador, em
referência ao período de seca. “Gostaria de pedir um empenho especial a todos
os órgãos envolvidos para que aproveitem esse momento.”

Dividido em três trechos, o
Sol Nascente passa por serviços de drenagem e pavimentação. Segundo a Secretaria de Infraestrutura
e Serviços Públicos, os trabalhos no Trecho 1 avançaram 40% e,
no Trecho 2, 20%. O início das obras no Trecho 3 ainda depende de licenciamento
ambiental. O assunto está sendo tratado no Instituto Brasília Ambiental
(Ibram).

Durante o encontro, foram
apontadas 128 interferências, como casas em locais de bacias hidrográficas e
postes da Companhia Elétrica de Brasília (CEB) em pontos estratégicos. Técnicos
da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) trabalham para solucionar
essas questões.

De acordo com o secretário de
Infraestrutura e Serviços Públicos, Antônio Raimundo Coimbra, o objetivo desses
encontros, que ocorrem semanalmente às segundas-feiras, é integrar os
envolvidos para que cada um exponha o andamento do trabalho. “Com base nesse
diálogo, estruturamos nossas ações naquela região”, explicou.

Investimentos no Sol Nascente

Cerca de 100 mil pessoas serão
beneficiadas com as obras no Trecho 1 do Sol Nascente. Os trabalhos começaram
em fevereiro de 2015 e devem ser concluídos em 2017. A primeira etapa (há
outras duas) foi dividida em seis bacias, onde serão executados 25,2
quilômetros de rede de drenagem e 304,9 mil metros quadrados de pavimentação.

As benfeitorias fazem parte do plano de obras do governo, divulgado no segundo semestre do
ano passado. No Trecho 1, o custo estimado é de R$ 41,5 milhões, com recursos
da Caixa Econômica Federal e do governo de Brasília. No Trecho
2, as obras, iniciadas em setembro, terão investimento de R$ 79,7 milhões. No
Trecho 3, de R$ 66,3 milhões.

Também participaram da reunião
na manhã desta segunda (18) a diretora-presidente da Agência de Fiscalização
(Agefis), Bruna Pinheiro, o chefe de Gabinete da Governadoria, Carlos Tomé, e o
administrador de Ceilândia, Vilson José de Oliveira, entre outras autoridades.

*Agência Brasília

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