Obras no viaduto que liga Ceilândia à Samambaia param mais uma vez.

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Foto: RICARDO MARQUES
                        TCDF exige inclusão de ciclovia

As obras da DF-459, no viaduto que ligaria Ceilândia e Samambaia,
permanecem paradas mesmo após o Tribunal de Contas do Distrito Federal
(TCDF) já ter liberado a continuidade da construção em agosto. Segundo a
assessoria do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável
pelas obras, um dos principais entraves para dar prosseguimento ao
viaduto são os ajustes exigidos pelo tribunal, que pediu a inclusão no
edital de uma ciclovia e a colocação de lajes que ligam pontes às
estradas, serviços ainda não executados.

O DER informou que as obras foram iniciadas há dois anos na DF-459, mas
foram suspensas anteriormente pelo TCDF por suspeitas de
superfaturamento, pois previa serviços que já estavam licitados em
edital anterior. Em nota, o órgão esclareceu que os ajustes exigidos
pelo Tribunal de Contas demandam tempo, e só após as adequações
necessárias reabrem-se os prazos normais de licitação. “Se tudo correr
bem e não houver recursos novamente no Tribunal de Contas, o reinício
das obras está previsto para até daqui a quatro meses”, relatou em nota o
DER.

Em julho o Alô constatou a situação do local, onde motoristas,
ciclistas e pedestres se arriscam diariamente na travessia da construção
não concluída. A situação não mudou desde então. Nas tentativas de
passar, vários acidentes, incluindo mortes, se tornaram frequentes no
local. Além disso, precisam se preocupar com ladrões e marginais, que se
aproveitam do movimento constante e não fiscalizado para atacar
motoqueiros e pedestres.

Histórias sobre roubos e mortes é o que não faltam. “Dois motoqueiros
morreram na obra há pouco tempo. Sabemos que é perigoso, mas na correria
do dia a dia tentamos ser os mais práticos possíveis. Apesar de dar
medo, passamos por aqui por falta de escolha melhor”, afirmou Peterson
de Medeiros, 24 anos, representante comercial.

Saiba mais


O custo da etapa final para concluir o viaduto está estimado em R$ 7
milhões. Já foram investidos até o momento na obra R$ 28 milhões.
Segundo o DER, a construção beneficiaria 50 mil usuários, que fariam uso
diário da rodovia.
Jornal Alô

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