Obras nos setor Sol Nascente em Ceilândia estão paradas.

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As obras de implantação da rede de esgoto sanitário no Sol Nascente, em Ceilândia, estão paradas desde o ano passado.
A área onde moram quase 80 mil pessoas é considerada a segunda maior favela do país, tendo ultrapassado a Rocinha, no Rio de Janeiro, no ano passado. E a que tem a cobertura de saneamento mais baixa. Somente 6% das 15,7 mil residências do local têm ligação com rede de esgoto.

Segundo a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a primeira das três etapas de implantação da rede coletora foi finalizada em meados do ano passado, mas o início das obras da segunda atrasou por falta de licenciamento ambiental. O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) nega que tenha ocorrido atraso na liberação da licença, concedida em novembro. A previsão da Caesb é de que as obras da segunda etapa sejam retomadas até o final do mês. Não existe uma previsão de quando elas serão concluídas.
O terceiro trecho, que ainda não tem licença ambiental, só começará a ser construído após a conclusão do segundo. De acordo com o Ibram, a liberação ainda depende de autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e de conclusão de projeto urbanístico, responsabilidade da Secretaria de Habitação Regularização e Desenvolvimento Urbano do DF.

Até agora, apenas 30% dos R$ 17 milhões destinados para a implantação da rede de esgoto no Sol Nascente foram utilizados. A obra conta com recursos da própria Caesb e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.
Jornal Destak

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