ONS E OFFS – Por Lívio di Araújo

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Negócio fechado

Antes da (nova) viagem do governador Agnelo Queiroz (PT) ao Rio de Janeiro, onde foi se encontrar com o arquiteto Oscar Niemeyer, um decisão foi tomada aqui na capital: o deputado distrital Cristiano Araújo (PTB) deixará mesmo a Câmara Legislativa rumo à Secretaria de desenvolvimento Econômico. Negócio fechado e ponto. Mesmo que tentem desfazer o acordo, fonte assegurou à coluna que Cristiano não aceitará contra proposta. Ele deve assumir a pasta até a próxima semana.

Mais alguém?!

O deputado Raad Massouh (DEM) abriu mão da verba indenizatória, no valor de R$11.250, no mês de julho. Raad encaminhou comunicado à Mesa Diretora informando sua decisão e afirmando não considerar justa a utilização da verba durante o período de recesso parlamentar. No Diário da Câmara Legislativa publicado ontem (23), o Demonstrativo Consolidado das Verbas Indenizatórias no mês de julho.

Novo voo

O senador tucano Álvaro Dias (PR) é a aposta do PSDB para as eleições ao GDF em 2014. Segundo fonte, Dias foi convidado – ainda informalmente – pela regional do partido para mudar seu domicílio eleitoral para o DF. Ainda segundo fonte, tudo indica que o senador topará a missão. Os tucanos acreditam que p senador seria um forte nome para a legenda que há muito anda sem um “puxador de votos” na capital.

Vai chocar por lá…

A vinda de Álvaro Dias para o ninho brasiliense pode jogar por terra a especulação de que o governador de Goiás, Marcone Perillo, venha a ser candidato ao GDF nas próximas eleições. Numa leitura breve, Perillo não teria muitos ganhos em deixar Goiás – onde tem boa aceitação – e empreitar caminhos políticos no DF.

Contra cartel?

Foi aprovado ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa recurso do deputado distrital Chico Vigilante (PT) que discorda da aprovação da emenda 8, do deputado Raad. Em resumo, seguirá para plenário a votação do projeto que prevê a venda de combustíveis em supermercados e shoppings centers. Vigilante justifica o projeto como “o fim dos carteis dos postos de combustíveis no DF”. Mas essa afirmação merece uma reflexão mais aprofundada…

Aprofundando

Embora nem todos tenham conhecimento da birra de Chico com a Rede Gasol de Combustíveis e com o empresário Marcola, o que parece bonito no papel pode ser um tiro pela culatra. Afinal, quase metade dos shoppings desta cidade pertencem ao ex-governador Paulo Octávio que, obviamente, será detentor de inúmeros postos. A briga entre os supermercados também não será nada justa, afinal, quem além de Extra e Carrefour detém as redes no DF com capacidade para construir um posto?

Um nó

Esperava-se para ontem a votação pela cassação ou não da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) na Câmara dos Deputados. Mas na verdade, o caso de Jaqueline pode nem ir a plenário tão cedo – embora fonte afirme que a votação deve acontecer até meados de setembro. Ontem, por exemplo, quatro Medidas Provisórias trancavam qualquer outra pauta na Câmara.

Tudo porque o caso de Jaqueline não se enquadra dentro do novo código da Casa que prevê prazo de 90 dias para submeter ao plenário o pedido de cassação da deputada. As normas antigas – onde o processo contra a deputada se insere – não prevê prazos e pode demorar, inclusive, meses. Até anos.

Mudando de assunto, mas não fugindo da polêmica, a coluna lança um questionamento: Por que o ex-presidente Lula tem tantos direitos, a passaportes para familiares, entre mil regalias, e a implicância é com José Sarney, porque viajou de helicóptero? Ex-presidente por ex-presidente, Sarney também é!

Por Lívio di Araújo.

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