Operação Banknet enquadra dois “charlatas” em Ceilândia.

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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (28) quatro pessoas suspeitas de pertencerem a um grupo especializado em fraudes bancárias. Segundo a corporação, em apenas um banco, o prejuízo causado foi de R$ 20 milhões.

Os detidos desta sexta pertenciam ao mesmo grupo de outras doze pessoas que foram presas em duas operações em dezembro do ano passado. Em uma ação, a polícia disse que os suspeitos haviam desviado R$ 50 milhões de contas bancárias. A polícia afirma acreditar ter desmantelado por completo a quadrilha.
Segundo a polícia, os criminosos obtinham dados sobre dívidas e contas a pagar e enviavam boletos falsos às vítimas. Eles também forjavam páginas de bancos na internet. O golpe era aplicado em clientes de todo o país.A polícia prendeu dois dos suspeitos em Ceilândia, um em Goiânia e outro em Formosa, em Goiás. Um dos detidos no DF é uma mulher. De acordo com as investigações, clientes de 5 a 6 bancos foram vítimas do golpe.

A corporação informou que os criminosos agiram por aproximadamente um ano. A polícia não disse quantas pessoas foram vítimas do golpe.


Na ocasião da primeira operação, o delegado Jefferson Lisboa, chefe da Coordenação de Crimes contra o Consumidor, Ordem Tributária e Fraude (Corf), disse que o grupo descobria de maneira ilícita os dados pessoais e as senhas dos clientes e transferia o dinheiro para a conta de laranjas.

Uma das formas de obter dados dos correntistas era por meio de sites falsos de grandes instituições bancárias, onde os clientes inseriam suas informações.”Eles criavam uma página falsa, era perfeita. A pessoa entrava acreditando que estava entrando na página do banco”, afirmou.



“Baseado nisso, conseguiam captar, num sistema chamado de ‘phishing’, numero de usuário, conta corrente e senha do cliente. Assim, conseguiam transferir valores e fazer empréstimos com valores altos. Depois, transferiam para a conta de laranjas e gastavam todo o dinheiro.”

Lisboa afirma que funcionários de bancos e de companhias telefônicas também estavam envolvidos na organização criminosa. De acordo com ele, foi encontrado na casa de um dos suspeitos um documento com cerca de 950 números de contas e senhas.

Com informações do G1

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