Operação prende bicheiros na Ceilândia.

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Homens presos durante operação da Polícia Civil (Gabriela Miranda/Divulgação)
Homens presos durante operação da Polícia Civil

Em operação para coibir o jogo do bicho, deflagrada nesta quarta-feira (28/12), a Polícia Civil prendeu 22 pessoas em flagrante. Entre apontadores (responsável por fazer os jogos) e apostadores foi possível apreender cerca de R$ 6 mil, segundo informações preliminares. A quantia individual mais alta foi de R$ 1.100, já o restante dos infratores carregava menos dinheiro. O diretor em exercício do Departamento de Polícia Especializada (DPE), João Carlos Lossio, afirmou que outras operações serão iniciadas ao longo da semana que antecede o Ano Novo.

Além do dinheiro, as equipes apreenderam seis máquinas de aposta eletrônica, cartelas de aposta e quadro com os bichos. Durante a ação desta quarta-feira, a polícia estourou um escritório de jogo do bicho, que funcionava como depósito de material e dinheiro do jogo, na sobreloja da CNH2, lote 2 em Taguatinga Norte. O local irá passar por perícia. De acordo com o diretor da DPE, normalmente esses estabelecimentos são camuflados com a aparência de comércio. “O jogo se dá em locais próximos a movimentação de pessoas como restaurantes, mercados e bares”, afirmou.  

A Operação Barão de Drummond – nome do inventor desse jogo no Brasil – ocorreu em várias regiões do Distrito Federal entre elas: Guará, Taguatinga, Ceilândia, Gama, Cruzeiro, Núcleo Bandeirante. Já no Plano Piloto os locais alvos foram Asa Norte, Região Central e Esplanada. Dois dos presos foram flagrados atrás do Ministério da Fazenda. Ao todo, houve mais de 50 agentes e 10 delegados e sete delegacias especiais envolvidos na operação. 

Segundo o diretor Carlos Lóssio, a atividade do jogo do bicho costuma acontecer por volta de três vezes ao dia. “O valor apreendido equivale a um turno. Os apontadores recebem o dinheiro e logo repassam”, explicou. Ainda de acordo com Lossio, existem três grupos responsáveis pela circulação de milhões de reais por mês no DF. O Corujinha, o M Loterias e o DHF. “Iremos atrás dos gerentes de grande porte conforme as investigações forem caminhando”, garantiu. 

Os presos foram autuados em flagrante por contravenção, com pena de quatro meses a um ano, acrescido de multa a ser estabelecida pelo juíz. Caso os envolvidos optem por  assinar o termo circunstanciado, responderão em liberdade ao juizado especial de cada localidade, sem ter de pagar fiança.

Correio Web

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