Operação “Salvados” da polícia civil prende golpistas.

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Nesta quinta-feira (20), policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DECO) desarticularam uma quadrilha especializada em golpes a seguradoras de veículos. A denominada Operação Salvados resultou na prisão preventiva de seis pessoas e na apreensão de um GM/Camaro e uma motocicleta Suzuki, avaliada em cerca de R$ 40 mil.


De acordo com as investigações, os criminosos, no intuito de lucro, compravam, em leilões, veículos “salvados” – aqueles que, por força de contrato, são transferidos à seguradora por perderem mais de 75% do valor segurado após a ocorrência de sinistro. Para esses veículos eram contratados novos seguros e, em seguida, a quadrilha forjava assaltos e furtos desses mesmos automóveis, visando à obtenção do prêmio do seguro, correspondente à tabela Fipe, muito superior ao valor pago pelos veículos. Além disso, no período de análise dos casos pela seguradora, os criminosos adulteravam os sinais identificadores dos veículos para vendê-los ou, ainda, para vender a sucata a terceiros. 


Conforme apurado, a organização criminosa atuou em pelo menos três fraudes recentes. Em todos os casos, notou-se a utilização de veículos importados e caros, com falsa comunicação de crime de roubo e furto. Notou-se, ainda, que a quadrilha estava permanentemente ajustada com servidores públicos e despachantes do Estado de Minas Gerais e da cidade de Formosa/GO, visando à clonagem dos veículos. 

Os integrantes da quadrilha, que foram presos nessa operação, responderão por três delitos de estelionato e por formação de quadrilha. 


Divisão de Comunicação/DGPC

Nesta quinta-feira (20), policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DECO) desarticularam uma quadrilha especializada em golpes a seguradoras de veículos. A denominada Operação Salvados resultou na prisão preventiva de seis pessoas e na apreensão de um GM/Camaro e uma motocicleta Suzuki, avaliada em cerca de R$ 40 mil.  De acordo com as investigações, os criminosos, no intuito de lucro, compravam, em leilões, veículos “salvados” – aqueles que, por força de contrato, são transferidos à seguradora por perderem mais de 75% do valor segurado após a ocorrência de sinistro. Para esses veículos eram contratados novos seguros e, em seguida, a quadrilha forjava assaltos e furtos desses mesmos automóveis, visando à obtenção do prêmio do seguro, correspondente à tabela Fipe, muito superior ao valor pago pelos veículos. Além disso, no período de análise dos casos pela seguradora, os criminosos adulteravam os sinais identificadores dos veículos para vendê-los ou, ainda, para vender a sucata a terceiros.  Conforme apurado, a organização criminosa atuou em pelo menos três fraudes recentes. Em todos os casos, notou-se a utilização de veículos importados e caros, com falsa comunicação de crime de roubo e furto. Notou-se, ainda, que a quadrilha estava permanentemente ajustada com servidores públicos e despachantes do Estado de Minas Gerais e da cidade de Formosa/GO, visando à clonagem dos veículos.  Os integrantes da quadrilha, que foram presos nessa operação, responderão por três delitos de estelionato e por formação de quadrilha.  Divisão de Comunicação/DGPC


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