Paciente que sofreu aborto agoniza no Hospital Regional de Ceilândia por falta de medicamento

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Todos os dias chegam até o SindSaúde novos relatos
do descaso da gestão com os pacientes, hoje (14) infelizmente narramos a triste
história de uma mãe e seu bebê que não chegou a nascer. Com o feto sem vida na
barriga há mais de vinte dias, a paciente sofre duplamente por não conseguir na
rede o medicamento que precisa para expeli-lo.

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A mulher foi internada na segunda-feira (11) no
Hospital Regional de Ceilândia, após saber através de uma ecografia de rotina
que o aborto já havia ocorrido há semanas. Como o feto não foi expelido
naturalmente pelo corpo da mãe, é necessário o uso do medicamento Misoprostol,
que está em falta da Farmácia Central, de acordo com documentos obtidos com
exclusividade pelo SindSaúde.



Segundo Maria da Guia, irmã da paciente, outro
medicamento foi ministrado de forma paliativa. “Oito comprimidos foram
inseridos sendo que apenas um do certo resolveria. Minha irmã está sentindo
dor. É um descaso total e uma falta de respeito”, critica. 

O relatório da paciente confirma o relato de
Maria. “Conseguimos não sem certa dificuldade 8 comprimidos de 25mcg
necessários para atingir a dose recomendada para o caso, motivo pela qual a
primeira dose foi administrada agora”, narra o documento.


Até o fechamento desta matéria, não houve
confirmação se o feto foi expelido.

A Secretaria de Saúde (SES) foi procurada para
prestar informações sobre a paciente e sobre previsão de normalização do
estoque do medicamento, mas até o momento não respondeu aos questionamentos.


Fonte: SindSaúde

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