Parada gay, marcada para 18 de setembro, promete movimentar a cidade.

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No ano passado, 30 mil pessoas participaram da marcha que tomou as
 seis faixas do Eixo Sul (Leonardo Arruda/Esp. CB/D.A Press)Do correio Web.

No ano passado, 30 mil pessoas participaram da marcha que tomou as seis faixas do Eixo Sul

 

No próximo dia 18, Brasília ficará ainda mais colorida e alegre. Isso porque o Eixão Sul será palco da 14ª Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros de Brasília. Mas além das plumas e paetês, o evento promete promover discussões importantes como a violência contra gays e os direitos civis dos homossexuais. O tema do evento deste ano é o bullying homofóbico e o intuito é tentar reduzir os preconceitos no ambiente escolar.

De acordo com Michel Platini, um dos organizadores do evento, muitos homossexuais são reprimidos no colégio em virtude do preconceito. Para ele, é preciso acabar com a discriminação para garantir a erradicação da violência. “O bullying é a doença do século, que atrapalha o adolescente a assumir sua opção sexual. O ambiente escolar não pode ser opressor”, analisa.

A marcha está marcada para domingo e a programação conta com exposições, seminários, festas e exibição de filmes. Os eventos paralelos à parada ocorrem durante toda a semana, a partir da próxima terça-feira. Pela primeira vez, a marcha terá um enfoque cultural. “Como não há nenhuma outra agenda LGBTS no Brasil na data, esperamos atrair esse público para a capital federal e fazer da nossa parada uma das maiores do país”, acredita Michel. Segundo ele, o objetivo é que Brasília se torne o 2º maior polo do Brasil em turismo artístico e cultural LGBT. A expectativa é que 40 mil pessoas participem da parada, 10 mil a mais do que no ano passado.

A logomarca do evento foi desenhada pelo cartunista Laerte Coutinho, 60 anos. Desde 2009, ele integra o clube dos crossdressers, pessoas que gostam de vestir roupas ou adereços próprios do sexo oposto. Antes mesmo de aderir à prática, um de seus personagens, Hugo, “se montou”, colocou batom e passou a usar roupas femininas. Recentemente, Laerte lançou a coletânea Muchacha, obra em que o personagem Djalma se veste de cantora.

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