Parada LGBT de Ceilândia pede o fim do preconceito

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[Jornal de Brasília] Pelo oitavo ano, a bandeira com as cores do arco-íris passeou por
Ceilândia na Parada do Orgulho LGBT. Com o tema “Por um Brasil que Criminalize
a Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais”, o
evento recebeu 2,5 mil pessoas – segundo a PM. Apesar da alegria que marca a
festa, os participantes ainda pedem respeito e lutam por uma vida com menos
preconceito e mais liberdade.

Muitos militantes foram acompanhados de familiares. A dona de casa Célia
Reis foi com o primo, Damon Burmester. Ela garante que todos em casa o acolhem
e apoiam a luta de direitos LGBTs.

Para Célia, os preconceituosos devem se colocar no lugar dos homossexuais
e de seus familiares para saber como isso os faz sofrer. O cabeleireiro Damon
Burmester agradece o apoio.

A servidora pública aposentada Sonia Martins é mãe de uma garota lésbica
e virou militante da causa. Ela participa de uma associação chamada Mães pela
Diversidade, presente em 14 estados e que busca dar apoio aos homossexuais e
suas famílias. Para ela, há dois motivos principais para a parada sempre
ocorrer: “Primeiro, o LGBT tem a possibilidade de ser o que é sem ser
discriminado por ninguém. Segundo, para falar das questões que afligem o
movimento”.

O organizador da parada, Allysson Prata, afirma que o tema foi escolhido
para cobrar a regulamentação da Lei 2.615/2000. Assinado pelo governador
Rollemberg, quando era distrital, o texto prevê punições para crimes em razão
de orientação sexual. De acordo com o governo, ainda não há uma data para a
regulamentação.

João Paulo Mariano / Jornal de Brasília

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