Patrício critica troca do comando da PM como solução para reduzir a violência no DF.

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  • Valcir Araújo
  • O deputado Patrício defendeu, na tarde desta terça-feira, um planejamento efetivo na área da segurança pública como solução para reduzir os índices de criminalidade no DF. O deputado comentou a troca de comando na Polícia Militar e destacou que os altos índices registrados nos últimos dias refletem um problema muito mais grave: a falta de ações efetivas e planejadas pelo governo para enfrentar a criminalidade. “O problema da falta de segurança não é o comandante, mas uma falta de planejamento nas ações do governo, no policiamento específico para as regiões administrativas e a área central de Brasília, por exemplo, de operações especiais de 5ª a domingo, blitzes, entre outros”, explicou.

    Para o presidente da Câmara Legislativa, a troca no comando, não só da PM, pelo atual secretário de Segurança, Sandro Avelar, encerra a discussão sobre a atuação das corporações. “O secretário de Segurança é o responsável por baixar os índices de criminalidade na Capital da República. Ele trocou o comandante do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e agora da Polícia Militar. Se ele não fizer, a responsabilidade é totalmente dele. É preciso que haja um planejamento de segurança. É preciso, inclusive, que o secretário de Segurança Pública vá para a rua, deixe de ser a rainha da Inglaterra e assuma a postura de comandante das forças de segurança, fazendo operações de 5ª a domingo, mostrando para a sociedade que existe uma segurança de fato para o cidadão”.
    Patrício fez questão de ressaltar a falta de motivação dos policiais militares, em operação padrão desde 16 de fevereiro, como fator importante no movimento da categoria principalmente por reajustes salariais.  “Existe uma desmotivação da categoria e não dá para o governo negar ou ficar escondendo isso. Se não tem motivação, o atendimento da atividade-fim é ruim. É preciso falar claramente com a categoria sobre o movimento da greve”, observou.
    O deputado Patrício destacou, ainda, que a motivação da categoria não passa, necessariamente, pelo reajuste salarial. “Durante a negociação entre governo e policiais, inclusive, já foram apresentadas alternativas para o movimento. Se não tem como dar agora reajuste salarial, é preciso colocar isso claramente. O salário tem peso, mas não é só isso. Apresentamos, inclusive, uma alternativa que passa pela ascensão profissional e a reestruturação da categoria, coisas que começamos a construir em 2009. Não tínhamos uma perspectiva de reajuste em dois anos e começamos a construir a reestruturação da carreira. Por meio da ascensão, a categoria se motiva e planeja a vida profissional”, finalizou.

    1 Comment

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      Anônimo , 11 de abril de 2012 @ 15:50

      essa atitude não foi com a intenção de reduzir a violência mas, sim, para reduzir a omissão dos oficiais, que pretendem uma carona no movimento dos subalternos, quando não investigam o que dizem e o que postam seus soldados. A corregília tarda mas não falha!!!

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