Pediatria de Ceilândia atende 6 mil crianças por mês, afirma GDF.

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A Unidade de Pediatria do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), uma das maiores da rede pública de saúde do Distrito Federal, atende cerca de seis mil crianças por mês. Referência para moradores de Brazlândia e cidades da Região Metropolitana do DF, como Águas Lindas de Góias, a unidade é pioneira na implantação do acolhimento com classificação de risco, com prioridade para atendimento aos casos mais graves.

A Pediatria do HRC conta com uma equipe composta por 26 pediatras distribuídos na assistência de pronto-socorro, enfermarias, ambulatório e auxilio aos recém-nascidos do berçário e maternidade. A unidade dispõe de 42 leitos, sendo 14 nas enfermarias do pronto- socorro – dois leitos de isolamento – e 28 na internação.
A chefe da unidade, Alessandra Venturi, informa que estão em processo de implantação as salas vermelha, amarela e verde na emergência do pronto-socorro, visando melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes.
Segundo Alessandra, a residência pediátrica funciona há quatro anos no HRC, por meio de parceria com a Universidade Católica de Brasília (UCB) do internato do curso de medicina e com a Universidade de Brasília (UnB), em Ceilândia, no estágio de alunos de enfermagem, psicologia, fisioterapia e terapia ocupacional.
Brinquedoteca
As crianças hospitalizadas nas enfermarias contam com a brinquedoteca “Renato Russo”, um espaço de recreação e aprendizado, onde podem receber apoio pedagógico, psicológico e terapêutico.
Elza Silva da Costa, moradora de Águas Lindas de Goiás, está com o filho internado na Pediatria, há oito dias, com problemas de alergia e infecção intestinal. Ela disse estar satisfeita com o atendimento dos profissionais da Unidade e destaca a importância do espaço de lazer para recuperação das crianças.
A opinião é compartilhada por Laura Santana, moradora de Ceilândia Norte, que levou a filha às pressas para o HRC, com problema de asma. No local, as crianças assistem filmes infantis, jogam, brincam e estudam. “Nesse espaço a criança tem oportunidade de amenizar o impacto negativo da hospilatização. O astral melhora, a aceitação do tratamento é mais rápida e a recuperação da saúde é imediata”, relata a terapeuta ocupacional, Caroline Nunes.
Toda criança em idade escolar tem o acompanhamento pedagógico de uma professora da rede pública de ensino, que desenvolve o conteúdo escolar durante a internação.
Informou Secretaria de Saúde GDF

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