Perseguição fardada.

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O deputado distrital Wellington Luiz (PMDB) se tornou uma das principais vozes da Tribuna da CLDF, após ter se tornado líder do partido na Casa. Na quarta-feira (23), o parlamentar voltou a fazer um duro discurso para denunciar o que definiu como insegurança funcional que vivem os policiais civis, fruto de um “sistema pernicioso em que se transformam as peças acusatórias sem fundamento, feitas pela Corregedoria, e que também vitimizam servidores da PCDF, que estão presos injustamente por crimes que não cometeram”. Wellington afirma que recebeu um “pedido de socorro” dos policiais e protocolou a denúncia nas Comissões Direitos Humanos e de Fiscalização, Transparência e Controle. Há indícios de que a corregedoria da corporação esteja com “perseguição” aos servidores fardados. No fim, o parlamentar alertou: “os policiais estão acuados e bicho acuado morde”!
Experiência própria

Segundo Wellington Luiz, ele conhece bem o que é ser perseguido por usar farda e fazer seu trabalho. Em 2004, quando presidia Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), ele prendeu um suspeito de assassinato, acusado de mandar matar um adolescente que seria amante da ex-esposa do então deputado distrital Carlos Xavier. Na época, Welligton Luiz fora acusado de usar dois carros alugados pelo gabinete de Xavier para conduzir uma investigação paralela sobre o crime. “Passei nove anos sofrendo calado, ontem foi feita justiça”. O deputado também comemorava a absolvição, por unanimidade dos votos do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF, por envolvimento no caso.

Informou Tiago Tavares / Jornal Alô/ Imagem reprodução

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