Pitiman entra com recurso no STF contra perseguição política

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O deputado Luiz Pitiman (PSDB/DF) deu entrada em um recurso, no Supremo Tribunal Federal (STF), para ser excluído de um inquérito que apura suposta compra de votos nas eleições de 2010. O inquérito é baseado em denúncia anônima e um CD com 64 fotos. Além de Pitiman são citados os então candidatos Agnelo Queiroz (PT), Rodrigo Rollemberg (PSB), Roberto Policarpo (PT), Cabo Patrício (PT), Érica Kokay (PT) e Cristovam Buarque (PDT). Todos teriam oferecido um suposto churrasco.

Pitiman assegura que não participou desse churrasco, não sabe onde foi o evento, não o organizou e também sequer fazia parte da coligação proporcional do PT e PSB nas eleições de 2010, quando era candidato pelo PMDB a deputado federal. “Nem fui convidado para esse churrasco”.
Pitiman lembra ainda que não aparece em nenhuma das 64 fotos da denúncia anônima, já que não estava no referido churrasco, e que em apenas duas fotos aparecem cartazes de sua campanha no chão. Segundo ele, não havia sequer representantes seus neste evento.
O deputado disse estranhar que integrantes do Ministério Público cometam tal tipo de equívoco e que percam o seu tempo com denúncia anônima. Para Pitiman, essa é uma acusação “pífia e com muitas contradições” e que não vai prosperar. Ainda sobre os cartazes, destacou que as duas fotos sequer comprovam que os cartazes estariam nesse local.
E mesmo que os cartazes tivessem sido colocados por alguém no evento, entende o deputado, esse fato não configuraria compra de votos. “É muito estranho que membros do Ministério Público percam o seu tempo com isso”, disse Pitiman, acrescentando que eles deveriam investigar a “omissão do GDF na morte de duas pessoas afogadas sob o mesmo viaduto na QNN 5/7, em Ceilândia , em um prazo de três meses, após alagamentos provocados pela chuva.
O Ministério Público, segundo Pitiman, é um órgão importante e que deve ser respeitado. Por isso mesmo ele lamenta essa atitude de alguns de seus membros. Os integrantes do Ministério Público, de acordo com Pitiman, deveriam realizar uma investigação profunda sobre integrantes do PT presos na Papuda que receberam dinheiro em contas correntes para pagar as suas dívidas com o Estado. “Eles têm que investigar qual a origem desse dinheiro e se foram pagos impostos pelas supostas doações”, afirmou.
Pitiman questiona ainda “qual a intenção desses membros do Ministério Público com esse tipo de denúncia sem fundamento em um ano eleitoral”. Para ele, sem dúvida que se trata de “perseguição política”. Até por que no local, segundo as fotos contidas no CD, havia propaganda e botons da presidente Dilma Roussef, que não é citada em nenhum momento do inquérito.
Site do Parlamentar.

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