PMDB tenta ampliar sua bancada.

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O PMDB já marcou até data para a  filiação do deputado Wellington Luiz, mas não deverá ficar por aí. O partido está avaliando a adesão de mais um distrital, pelo menos. E pode até receber um deputado federal. Seu presidente regional, o vice-governador Tadeu Filippelli, encontrou-se com o deputado Augusto Carvalho (foto), que tem tudo para deixar o PPS.

Partido já não conta com Augusto

Augusto Carvalho confirma seu desconforto para permanecer no PPS, mas nega que tenha tomado uma decisão. Na sua expressão, “ainda há muito a decantar” no atual quadro do partido, inclusive sua fusão com o PMN de Jaqueline Roriz, ainda não completada porque o próprio PPS aguarda uma decisão da Justiça Eleitoral. Do lado do PPS brasiliense, porém, não se conta mais com a permanência de Augusto. 
Preço elevado
Para o PPS, é um preço elevado a pagar pela fusão. Em tese, a medida foi decidida pela direção partidária para receber adesões de parlamentares descontentes em suas legendas. Até agora não apareceu nenhum e, ainda por cima, o partido perde um integrante de sua bancada, já reduzida a apenas 11 desde a fundação do PSD. Pior, Augusto Carvalho era um dos dois solitários remanescentes da bancada do histórico PCB, que desapareceu justamente para dar origem ao PPS.
Quem pode vir
Com a chegada de Wellington Luiz, o PMDB passa a três deputados distritais. É a terceira maior bancada, atrás de PT e PSD. O líder Rôney Nemer quer elevar o número para seis na próxima eleição, mas nega a filiação de novos distritais. Há, porém, a possibilidade de ingresso de  Washington Mesquita, que deve deixar o PSD e já foi dado como aquisição certa pelo PTB. No PMDB sua reeleição ficaria ainda mais fácil.   
Aliados, mas não filiados
O PMDB conta ainda com o apoio constante de outros dois distritais. Agaciel Maia, hoje no PTC, chega a admitir que fez política sempre com o PMDB. Olair Francisco também vota sistematicamente com os peemedebistas. Do ponto de vista eleitoral, porém, a troca não interessaria a nenhum dos dois. Agaciel, por exemplo, hoje controla o PTC brasiliense e, se for de seu interesse, poderia inclusive coligar-se com o PMDB.

Por Eduardo Brito/ Jornal de Brasília

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