Poder em Brasília não é brega, mas falta Pitiman entender isso.

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Por Fhored Uerba – O Acre ficou distante. Ele já era distante antes que o agora Pitiman misteriosamente deixasse aquele Estado para, também misteriosamente, conquistasse um mandato de deputado federal pelo, acredite se quiser, Distrito Federal. Depois de infiltrado no poder local, não esperava que uma cultura também distante de sua origem escondesse uma realidade que nunca poderá viver. Surpresa! Mas ele não é único.

É triste ver milhares de políticos que pousam na Praça dos Três Poderes acreditando em poderes que imaginam exercer por influência dos seus cenários locais, onde um decrépito vereador é autoridade, impressionados quando descobrem que na Capital dos sonhos um parlamentar e uma empregada doméstica representam a mesma coisa na visão daqueles que aqui estão há mais de 40 ou 50 anos.
Com todo respeito às domésticas.
Pensando que é original (e importante), o agora Pitiman começa a entender que não é tão simples seguir a receita de reunir meia dúzia de peladeiros no campo particular de futebol em sua mansão no Lago Sul, oferecer churrascos e cervejas da AmBev aos convivas selecionados, acender Cohibas aos mais chegados. Brasília não é o Acre. É brega fazer isso aqui, mesmo que renda alguns contatos – e contratos – interessantes.
Com todo respeito aos bregas.
O agora Pitman está deslumbrado. Assumiu que é autoridade. Na sua pelada, só esqueceu de avisar ao adversário que ele é quem chuta. E aos colegas de time, que é ele o dono da bola. Acha ele. Saiu de uma enroscada situação no Acre para um paraíso no Planalto Central, foi aceito no PMDB de Tadeu Filippelli como candidato, mas quer ser o craque do time. Não dá para continuar a pelada e Filippelli já apitou.
A carreira do agora Pitiman é brilhante (sem insinuações). Tanto faz ele estar no PMDB que o acolheu e permitiu que a sua falta de compromisso com o Distrito Federal não fosse impeditivo para ganhar um mandato de deputado federal. É a notoriedade mais desconhecida entre todas que caíram de paraquedas no Distrito Federal. Mas ele se acha, segundo os frequentadores do seu karaokê de celebridades.
Pesquisei para identificar quem seriam os autênticos bregas nacionais com muita popularidade e competência. Para ser brega não basta ser originário do querido Acre, um Estado que conseguiu se livrar de um emergente representante, absolvido de uma investigação intrigante que não deu em nada. Eu disse que ele era brilhante.
Agora sua sobrevida pode ser contada nos dedos. O repertório não pode ser ensaiado porque na intimidade ele é desafinado. Mas, segundo os frequentadores do seu karaokê de celebridades, ele se acha. Até pretendeu lançar mísseis sobre jornalistas e articulistas, com insinuações e tudo mais, como se vivesse no Acre, ainda. Definitivamente, em uma sugestão ao senhor agora Pitiman, certas enganações são breves.
Ele deve tentar liderar a seguinte lista dos maiores bregas da história e, quem sabe, haverá um lugar para instalar seus bregas também. Pela ordem: 1. Sidney Magal; 2. Gretchen; 3. Reginaldo Rossi; 4. Cauby Peixoto; 5. Banda Calypso; 6. Falcão; 7. Waldick Soriano; 8. Rita Cadillac; 9. Ovelha; 10. Luiz Caldas.
Mas não deve achar que a popularidade é maior que isso. Está na hora dos brasilienses expulsarem aventureiros para construir a sua própria breguice.
O agora Pitiman, segundo pesquisas, está fora! Ninguém jamais ouviu um CD seu, alguns só na extensão R$, que nem todo equipamento reconhece.
Fonte: Blog do Odir / Notibras

1 Comment

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    Anônimo , 5 de agosto de 2013 @ 14:29

    Olha acho que você não se informou correto, primeiro que eu saiba o Pitiman não mora no lago sul e sim no Lago Norte, e ele não é do Acre e sim do Paraná e vive que eu saiba a muitos anos em Brasilia que ate serviu o quartel aqui.

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