Poeira alta.

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Após a aprovação da CPI da Arapongagem, a poeira ainda não assentou dentro do PT. A Executiva Regional enviou uma carta recomendando que os distritais petistas não votassem pela abertura. Todos seguiram o texto, com exceção de Patrício.

E a CPI nasceu para desconforto do GDF. Segundo o líder do governo na Câmara, deputado Wasny de Roure (PT/foto), o partido precisa encontrar um caminho para superar a situação sem novas perdas. “É o momento de construir novos canais e buscar fortalecimento. Quem herdou o que herdou tem que enfrentar os problemas que surgem”, afirmou.

Próxima semana

Após o feriado do Dia do Trabalhador, Patrício e a cúpula regional do partido deverão se reunir para discutir a relação. Para Wasny, é preciso que ambos os lados estejam dispostos a ouvir. “O Patrício é um deputado importante para o PT, para o governo e para a cidade”, pontuou. O líder governista também criticou a postura da Executiva ao enviar a carta, horas antes da votação. “Foi um embaraço. A disciplina partidária sempre fez parte, mas a Executiva fazer uma nota e mandar assim… Ela não sabe das entranhas e emite nota”, declarou. O clima entre Patrício e o GDF azedou por vários motivos, alguns públicos, a exemplo dos desgastes junto à Polícia Militar, base do parlamentar.
Ouvir

O presidente regional do PT, deputado federal Roberto Policarpo, diz que a Executiva espera ouvir atentamente a versão de Patrício antes de tomar qualquer atitude. Segundo a liderança petista, uma coisa é certa: a relação entre Patrício e o PT não pode mais continuar do jeito que está. “Qualquer pessoa que falar em expulsão até lá estará falando isoladamente”, pontuou. A respeito da carta, Policarpo disse que houve uma reunião com Patrício, Wasny, Arlete Sampaio e Chico Leite, na semana anterior à aprovação CPI.
Do alto da torre

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