Polícia investiga no DF, petista ligado a Dirceu.

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Mandado de busca e apreensão na Fundação Banco do Brasil (FBB), em 29 de agosto, atirou no que viu e acertou no que todos já sabiam em Brasília: a influência do petista Jacques Pena nos negócios da instituição, que ele presidiu até há três anos e tem orçamento apetitoso, superior a R$ 200 milhões.

Ligado ao ex-ministro José Dirceu, a quem trata por “Zé”, Pena é um dos acusados, segundo o juiz Frederico Ernesto Maciel, de “burlar a lei para desviar dinheiro público” na FBB.


Pena atribuía ao “Zé” sua indicação para presidir o banco BRB, mas quem o nomeou e demitiu rapidinho foi o governador Agnelo Queiroz.

Em ligações gravadas com ordem judicial, Jacques Pena dá ordens a diretores da Fundação Banco do Brasil como se ainda a presidisse.

Robson Rocha, um dos vice-presidentes do Banco do Brasil, e Eder Marcelo de Melo, diretor, são os paus mandados de Pena na FBB.

Informou o Diário do Poder

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