Polícia prende maior traficante de cocaína do DF.

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Considerado como o maior traficante de cocaína do Distrito Federal, Wesley do Espírito Santo, 34 anos, conhecido como Macarrão, foi preso em casa, na QSC 19 de Taguatinga Norte, na madrugda de ontem (02/06), através da Operação Xeque Mate da Coordenação de Repressão às Drogas (CORD) da Polícia Civil.
Na casa do suspeito, foram encontrados um revólver, um rifle e mais de R$ 150 mil em espécie. Além dele, outras sete pessoas foram presas durante a operação.
A ação consumou na maior apreensão de cocaína na sua forma conhecida como “escama de peixe” – com alto teor de pureza – da história da capital federal. A investigação durou cerca de 15 meses, até desencadear na detenção do líder da quadrilha.
Além de Wesley, também foram presos: Leandro Rodrigues dos Santos, de 30 anos, e Alexandre Costa de Souza, de 21 anos. Os dois também possuem passagem por diversos crimes, entre eles, porte de arma, tráfico e homicídio qualificado.
Outras cinco pessoas foram detidas, mas sem antecedentes criminais: Landsteynner Bairros Gusmão, de 33 anos, Paulo Sérgio Gonçalves, de 44 anos, Ana Cláudia do Espírito Santo, de 39 anos, Gisele Vasconcelos, de 30 anos, e Leonardo Magno, de 35 anos.
Segundo Luíz Alexandre Gratão, delegado-chefe da CORD, Wesley era responsável pelo comando de, pelo menos, 50% do tráfico de cocaína na Região. O acusado já foi condenado por tráfico de drogas e, de acordo com as investigações, coordenava uma rede de tráfico, envolvendo empresas – em pleno funcionamento – para acobertar a ação criminosa.
“Macarrão chegou a adquirir um caminhão, avaliado em R$ 160 mil e o empregou no último carregamento, que foi descoberto e apreendido pelos investigadores”, explicou o delegado.
No total, foram apreendidos 74 Kg de cocaína tipo escama de peixe, 36Kg de crack, mais de R$ 150 mil em espécie e outros 17 veículos.  Ainda de acordo com a polícia, caso os entorpecentes fossem revendidos, poderia ser arrecadado um total de R$ 6 milhões.
Os acusados foram recolhidos à carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE), onde permanecerão à disposição da Justiça. Todos responderão pelos crimes de tráfico de drogas interestadual, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e uso permitido.
Informações do Jorna de Brasília

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