Polícia prende médica do hospital de Ceilândia após agredir bombeiros.

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A médica Luiza Virgínia Pimentel, plantonista do HRC (Hospital Regional de Ceilândia), região administrativa do Distrito Federal, foi detida na noite desse sábado (26), depois de expulsar bombeiros que conduziram uma paciente com parada cardíaca à unidade de saúde. A mulher morreu minutos depois de chegar ao HRC. 
Segundo testemunhas, a paciente chegou ao hospital por volta das 18h30, transportada por uma ambulância do Corpo de Bombeiros. Ao ser encaminhada para a sala de alta amergência, a chamada Sala Vermelha, a médica questionou os paramédicos que casos como aquele deveriam ser levados ao HBB (Hospital de Base de Brasília), o maior da capital federal, já que o número de médicos estava reduzido no HRC.   

Enquanto a médica realizava procedimentos de socorro, expulsou os bombeiros do setor de atendimento imediato e houve uma discussão. A Polícia Militar foi acionada e a médica foi conduzida a 23ª DP de Ceilândia, assinou um termo de compromisso e foi liberada em seguida. Ela vai responder em liberdade por desacato.
A Secretaria de Saúde do DF informou a Corregedoria da SES/DF vai apurar o caso paralelamente à investigação da Polícia Civil. Por se tratar de um óbito de paciente, a secretaria também irá notificar o Conselho Regional de Medicina para as providencias que considerar pertinentes. 
Esta não é a primeira vez que a médica sai do plantão e vai parar na delegacia. A profissional de saúde é conhecida por causar uma série de confusões. Em abril, durante uma discussão com a acompanhante de um paciente. A médcia teria ficado irritada quando a mulher pediu uma informação e mandou que ela “procurasse uma trouxa de roupa para lavar”. A discussão foi regisrada por câmeras do HRC.  
No ano passado, a médica agrediu com dois tapas um paciente que estava internado no HRC com um dos braços engessado. Ela disse que o homem a agrediu com palavrões e ela reagiu aos xingamentos.   
Em julho de 2013, em outra confusão, Luiza Virgínia Pimentel agrediu um segurança do hospital. Segundo o funcionário, a médica não portava o crachá identificador para estacionar o carro em área privativa. Quando o homem pediu o documento obrigatório, ela o agrediu com tapas.   
A Secretaria de Saúde do DF informa que está ciente preliminarmente dos fatos. A Corregedoria da SES/DF vai apurar o caso paralelamente à investigação da Polícia Civil. Por se tratar de um óbito de paciente, a secretaria também irá notificar o Conselho Regional de Medicina para as providencias que considerar pertinentes. 
Fonte: Portal R7

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