População nota show.

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Essa é a nota que a população de Ceilândia e suas irmãs Taguatinga e Samambaia deve receber pela recepção e acolhimento aos passistas, escolas, grupos, blocos e turistas que prestigiaram o carnaval no ceilambódromo. Ceilandia demonstrou mais uma vez porquê deve continuar recebendo os desfiles das Escolas de Samba e dos Blocos Carnavalescos do Distrito Federal. Quatro dias de festa, alegria e diversão, participação de mais 150 mil pessoas, uma festa para a família, ocorrências policiais de número zero.

 

A realização do carnaval no Ceilambódromo representa, ainda, uma possibilidade de aumento no turismo de Ceilândia na avaliação do secretário de Turismo, Luis Otávio Neves, que elogiou não apenas a apresentação das agremiações carnavalescas, mas também o trabalho das frentes de segurança.
“O espetáculo este ano foi muito bonito e a segurança foi impecável. Acredito que se os investimentos na infraestrutura e no atendimento ao turista continuarem, o Carnaval no Ceilambódromo contribuirá para aumentar o turismo em Brasília”, afirmou Neves.
O que se viu no Ceilambódromo foi à marca do avanço na qualidade técnica e cultural do Carnaval de DF, misturado ao clima de paz e alegria que contagiou a população, seja nas arquibancadas, nos camarotes, na passarela ou na praça de alimentação. 
Para a comendadora Jupyra Gaedini, cidadã honorária de Brasília e membro da BPW, sigla em inglês para Mulheres de Negócio e Profissionais, se disse encantada com o espetáculo. “O Carnaval do DF realmente evoluiu muito, estou impressionada com a qualidade da festa, segura, bem organizada e muito bonita”, avaliou.
Agora Ceilândia, Taguatinga e Samambaia querem como retribuição a toda essa demonstração efetiva de acolhimento o seu festódromo, obra de Niemeyer, mas que um sambódromo o arquiteto traçou em linhas e deu de presente para a região mais uma obra sua, idealizando uma arena de shows, adaptável a eventos como Carnaval, São João, Festival Nacional de Quadrilhas Juninas, peças folclóricas como o Boi Bumbá, forró e muitos outros. 
O projeto arquitetônico completo do festódromo foi feito em 2008, é de autoria dos arquitetos brasilienses Carlos Magalhães e Fernando Andrade. Vale ressaltar que trabalho já foi pago pelo GDF, se encontra na Novacap e foi abençoado pelo saudoso Joãosinho Trinta, que quando consultado solicitou algumas mudanças, ele informou aos projetistas que o projeto precisava ter arquibancada dos dois lados para que não houvesse dispersão do som, em especial da bateria. 
Para Ari de Almeida, Administrador Regional de Ceilândia, a cidade demonstrou que reúne as condições necessárias para receber os grandes eventos descentralizados do DF. A população da região por si só já garante o sucesso, seja do carnaval ou o São João do Cerrado, e agora o Bregalândia, festa que irá comemorar os 41 anos de Ceilândia. 
Clemilton Saraiva, Presidente da Associação Comercial de Ceilândia(ACIC), assegura que a construção de um festódromo reduziria sobremaneira os custos com a montagem da infraestrutura do carnaval do distrito federal e viabilizaria não só a sua permanência como também serviria o ano todo para realização de diversos eventos na região que concentra mais de 70% da população do DF e carente de investimentos em cultura.  Para Saraiva, o festódromo, conta com ilhas de apresentação separadas, para o caso de São João, Festival Nacional de Quadrilhas Juninas, festas folclóricas(bumba meu boi) e arquibancada para todos os tipos de eventos, tem praça de alimentação, espaço para aulas e oficinas e seis espaços de almoxarifado para que as escolas de samba utilizem como logística de apoio para guardar fantasias e carros alegóricos. 

Ceilândia – DF, 23 de fevereiro de 2012
Associação Comercial de Ceilândia – ACIC

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