Refeição em restaurantes comunitários custará R$ 3 a partir de 1º de outubro

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Ao lado de uma série de
medidas para buscar o equilíbrio do orçamento do Distrito Federal, o governo de
Brasília decidiu reajustar o preço das refeições nos restaurantes comunitários.
O valor de R$ 1 cobrado dos usuários permanece o mesmo desde a inauguração da
primeira unidade, em setembro de 2001. Depois de 14 anos sem alteração, o custo
passará para R$ 3 nos 13 restaurantes do DF. A mudança valerá a partir de 1º de
outubro.


O
GDF argumenta que, ainda que para a população o preço da refeição pareça ser de
apenas R$ 1, na prática, ele é maior. Em 2001, o custo total, por exemplo, era
de R$ 2,49. Assim, o governo subsidiava a diferença de R$ 1,49 por cada prato.

Durante
os últimos 14 anos, o valor médio da refeição subiu e chegou à marca de R$
6,71, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social. Mas a taxa de R$
1 seguiu inalterada. Da mesma forma, a diferença de R$ 5,71 continuou sendo
bancada com verba pública. No mesmo período, o salário mínimo saltou de R$ 180
para R$ 788.

A
Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social estima que, no primeiro ano dos
restaurantes comunitários brasilienses, o Executivo arcava com cerca de R$ 1
milhão por ano com as refeições. Hoje, o valor mensal é de R$ 3,9 milhões.
Segundo a pasta, em média, 26 mil refeições são servidas diariamente nas 13
unidades.

O
pacote de austeridade anunciado pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) coloca
em xeque o programa que beneficia 30 mil pessoas carentes no Distrito Federal, 44%
delas, segundo pesquisa da Universidade de Brasília (UnB), em situação de risco
alimentar.

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