PPS: Conjuntura.

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Com a saída de Alírio Neto (foto) do PPS, era tido como líquido e certo o encolhimento da legenda no Distrito Federal. Afinal, o político possuia um expressivo número de apoiadores entre as fileiras do partido que, praticamente, o acompanharam no desligamento.

No entanto, quem acompanha de perto a legenda tem observado que um bom número de interessados vêm procurando os dirigentes para filiação, nestas últimas semanas. Tratam-se de quadros jovens e também pessoas mais alinhadas com a esquerda. Comenta-se que Alírio detinha grande parte dos pontos chave de articulação do PPS e dificilmente havia espaços para vozes distoantes. “Não quero dizer que o tiro saiu pela culatra. Mas muita gente está procurando o partido. Lamentamos a saída de Alírio. Mas a posição do partido foi de sair da base do governo no DF”, ponderou um filiado.

ON

Diante dos holofotes, o vice-presidente da Comissão de Organização Regional do partido, Francisco Sousa Andrade, confirma a informação. De acordo com um dos responsáves pelo repaginamento da sigla após a intervenção nacional na capital, a procura tem inclusive  fortalecido as zonais, a exemplo de Taguatinga. Em Samambaia, onde a sigla não tinha representação, a procura levou à criação de uma regional.

Rota

Articulando com partidos de posicionamento político e ideológico semelhante, o PPS deve buscar nomes para, quase, todas as posições políticas em 2014. Para Andrade, o partido buscará uma posição diferente do Palácio do Buriti. “Não queremos esse estilo de governar cotizado, onde cada um tem seu quinhão. É desprezível essa sede desenfreada de poder. Temos que romper com este patrimonialismo clássico”, disparou.
Eduardo Brito.

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