PPS pode minguar no DF.

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O manda-chuva do PPS, deputado federal Roberto Freire, coerente com seu passado de comunista do partidão, exigiu da executiva regional do Distrito Federal, desembarque total do governo de Agnelo Queiroz (PT). Freire está convencido de que “é melhor ter um partido pequeno do que enlameado por conta de denúncias”. O problema é que ninguém quer deixar os cargos no GDF.

De acordo com especulações, pode haver uma debandada para outras legendas da base de Agnelo. As lideranças que apoiam os deputados distritais Claudio Abrantes e Luzia de Paula avaliam que podem correr este risco já que no Distrito federal não há eleição municipal. “Os deputados ficariam no partido para não serem expulsos e correr risco de perder o mandato, enquanto os de­mais cargos, como as administrações do Guará, Plana­ltina e a diretoria-geral do Procon-DF, permaneceriam sob o comando do grupo”, avalia um destacado líder do PPS local. O secretário da Justiça, Alírio Neto, não resistiu à queda de braço e pediu licença do partido. Portanto, Freire pode esquecer a ideia de que a turma vai abandonar o osso e conformar em ter o PPS do DF minguado de tamanho.


Caso esta crise no governo do Distrito Federal persista, obviamente, uma nova força vai surgir dos escombros. Nenhum partido ou liderança individual permanece muito tempo fora do poder. Sempre haverá alguém ou grupo almejando a cadeira do palácio.




Jornal Opção

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