Pressão popular para escolha de Administrador Regional coloca deputados distritais na forca

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Após os escândalos envolvendo os administradores regionais de Taguatinga e de Águas Claras, presos por suspeita de corrupção passiva, foi suscitada a questão, quem deve escolher o Administrar Regional, o deputado ou a comunidade?

Essa questão polêmica tem sido debatida por vários setores da comunidade e tem sido alvo constante de questionamentos da sociedade.
Tramita no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, uma proposta que visa obrigar o Governo do DF e a Câmara Legislativa a regulamentarem a criação de conselhos comunitários e a participação popular na escolha de administradores regionais. Porém, ainda não existe nenhuma definição concreta sobre essa questão.
Entretanto a polêmica da escolha dos administradores regionais tomou maior proporção com prisão dos ex- administradores de Taguatinga e Águas Claras, Carlos Jales e Carlos Sidney de Oliveira,   na operação Átrio deflagrados pela Polícia Civil, em parceria com o Ministério Público no último dia 11.
A prisão deles acabou levando uma parcela da sociedade a culpar os deputados distritais, pois são eles, os responsáveis pela a indicação dos administradores.
 Em relação a esse assunto, o programa de rádio “Os cabeças da Notícia”, apresentado pelos radialistas Toninho Pop, e Celson Bianchi, recebeu na última quarta-feira, 22, o deputado distrital Olair Francisco (PTdoB).
Para quem não sabe, o distrital foi o responsável pela indicação do ex-administrador de Águas Claras, Carlos Sidney apontado como um dos mentores do suposto esquema de emissão de alvarás para construção de empreendimentos comerciais e residenciais.
De acordo com informações o deputado Olair Francisco, já indicou dois administradores para cidade de Águas Claras. E se depender dele, o terceiro administrador para a região, também será sua indicação.
Ao ser questionado pelo apresentador Celson Bianchi, se sente culpado pela indicação de Carlos Sidney, Olair explica que é responsável apenas pelos o seus atos. E que as informações que tem a respeito de Carlos Sidney, são aquelas que são passadas pela a imprensa. “Eu indiquei e agora não posso responder pelos os atos de terceiros” , explica o distrital.
Interrogado pelo apresentador Toninho Pop, se ele perdeu espaço junto ao governador Agnelo Queiroz, por ter indicado um administrador que foi exonerado por suposto envolvimento em corrupção, Olair se defende dizendo que a maior perda que teve foi à perda moral. “A gente fica muito chateado, nós queremos andar para frente, e essas coisas, acabam trazendo uma insegurança muito grande,” explica o parlamentar. 
Por Jean Marcio Soares / Guardian Notícias

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