Primeira UPA de Ceilândia será entregue em dezembro.

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O complexo de saúde da Região Administrativa de Ceilândia será ampliado a partir de dezembro, com a entrega da primeira Unidade de Pronto Atendimento (UPA – 24 horas) da localidade, em construção na área do antigo Ceilambódromo.

A nova unidade, que contribuirá para diminuir as filas na emergência do Hospital Regional da Ceilândia (HRC), terá capacidade para atender até 450 pacientes por dia e funcionará em tempo integral.
“A nossa expectativa é de que 70 profissionais componham o corpo clínico da UPA de Ceilândia, que poderá contar com até seis médicos por turno”, destaca o secretário-adjunto de Saúde, Elias Fernando Miziara.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) investiu mais de R$ 7 milhões na estrutura da unidade, que terá raios-X, eletrocardiografia, pediatria e laboratório para exames.
A UPA, de porte III, com aproximadamente 2,4 mil metros quadrados, comportará dez leitos para casos de urgência e emergência, nas especialidades de Pediatria e Clínica Médica, e dez leitos de observação.
Complexo de Saúde
Além da UPA, o Complexo de Saúde de Ceilândia, em uma área de 50 mil metros quadrados, abrangerá, ainda, um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e uma Clínica da Família.
Até dezembro o GDF pretende entregar as UPAs de Ceilândia, Taguatinga e Sobradinho. As obras de outras três UPAs serão iniciadas nos próximos dias no Plano Piloto, Gama e Planaltina.
UPAs no DF
Quatro Unidades de Pronto Atendimento funcionam no DF, nas regiões administrativas de Samambaia, Recanto das Emas, São Sebastião e Núcleo Bandeirante. A estimativa é que sejam construídas mais dez UPAS até dezembro de 2014, além de uma Academia de Saúde.
De acordo com o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, as novas UPAs possibilitarão que um dos maiores projetos do governo seja concretizado. “Com as quatro UPAs em funcionamento em Samambaia, Recanto das Emas, São Sebastião e Núcleo Bandeirante, duas mil pessoas são tiradas dos prontos-socorros todos os dias e as novas unidades vão desafogar ainda mais as emergências”, declara.



Fonte: Ascom/SES/Jornal de Brasília

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