Professora de Ceilândia irá representar o Conselho Universitário da UNB (Consuni)

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Um balanço de gestão marcou a reunião dessa quarta-feira, 18, no Salão de Atos da Reitoria, do Conselho Comunitário da Universidade de Brasília. Os participantes da última reunião do Conselho na gestão do reitor José Geraldo de Sousa Junior, que preside o grupo, discutiram os principais marcos da UnB nos últimos quatro anos, que incluem o reforço de valores do projeto pioneiro de Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira, como a democratização de debates e tomadas de decisões, e a expansão da Universidade. “O projeto utópico da UnB, de Darcy e Anísio, ganha idéia de completude, agora que a Universidade se torna multicampi”, disse o reitor.

Participaram da reunião representantes de ex-alunos e de aposentados da UnB, do Governo do Distrito Federal e de movimentos sociais, como o Fórum de Educação de Jovens e Adultos do Distrito Federal (EJA-DF) e o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro). Eles ouviram do decano de Ensino e Graduação, José Américo Garcia, um relato sobre marcos de gestão, como a posição vanguardista da UnB no que se refere à lei de cotas no processo de admissão universitária.

Durante a reunião, Maria Madalena Torres, do Fórum EJA-DF e presidente do Centro de Educação Paulo Freire, de Ceilândia, foi indicada para representar o Conselho Comunitário na instância máxima da UnB, o Conselho Universitário (Consuni). Ela terá como suplente Urânia Flores, da Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal.
O Conselho Comunitário é um órgão consultivo da Administração Superior da UnB, com uma reunião anual, ou quando convocado pelo reitor ou por requerimento da maioria do Consuni. A criação do Conselho foi prevista no Estatuto da UnB, publicado no Diário Oficial da União em 11 de janeiro de 1994. Ele foi instalado, porém, em 2010. “O conselho estava previsto no Estatuto, mas levou 16 anos para ser instalado. Essa gestão não poderia deixar passar uma situação inconcebível como essa”, afirmou o reitor, que ressaltou que o Conselho traduz um princípio de democracia “que a UnB precisa preservar e valorizar”.
UNB Agência

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