Programa Justiça Comunitária desenvolve Projeto Vozes da Paz em Ceilândia

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Alunos dos Centros de Ensino Fundamental 20 e 35 da Ceilândia participaram durante todo o ano do Projeto Vozes da Paz, sendo estimulados pelo Programa Justiça Comunitária, coordenado pelas juízas Gláucia Falsarella Foley e Carla Patrícia Lopes, a refletir sobre as alternativas de resolução de conflitos de forma pacífica e sem violência através do uso da ludicidade.

Idealizado em 2012, o Vozes da Paz tem como principal objetivo contribuir para a construção da cultura de paz por meio da democratização do espaço escolar e da apresentação da mediação como forma transformadora de resolução de conflitos, incentivando o exercício da cidadania desde cedo. O Projeto realiza atividades que buscam envolver todos os segmentos do universo escolar, alunos, professores, diretores, funcionários e pais de alunos, para que, juntos, encontrem alternativas para solucionar os conflitos que emergem naquela comunidade.
Com essa perspectiva é que foram criados nos Centro de Ensino de Fundamental 20 e 35 os Círculos da Paz. Compostos pelos representantes de cada segmento escolar, seus membros periodicamente se reúnem e discutem temas da realidade da sua escola, na busca de construírem novas soluções. Os cursos de formação e capacitação de seus integrantes são ministrados pela equipe do Programa Justiça Comunitária, a fim de favorecer a integração e a comunicação eficaz entre aqueles que fazem o ambiente escolar.
No Centro de Ensino Fundamental 20 foi criada a Rádio Vozes da Paz. Instalada na sala de Assistência Pedagógica do Centro, a rádio é coordenada pelos próprios alunos. São eles que, com os professores e funcionários, animam intervalos entre as aulas e nas datas festivas, propagando mensagens pela convivência pacífica e, seguramente, mais feliz.
O projeto Vozes da Paz está com novos planos e ideias para 2015 destinados à sensibilização das pessoas, confiante de que é possível multiplicar vozes pela cultura da paz na comunidade escolar e além dela, trabalhando para que os alunos possam descobrir a diversidade de alternativas que existem para a resolução de seus conflitos por meio do diálogo, do respeito e da cooperação.   

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