Propinoduto pode tirar Arruda e Roriz dos trilhos da sucessão

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Foto: Arquivo Notibras

Os ex-governadores Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, pretensos candidatos a cargos eletivos no próximo ano, estão vivendo dias de tormenta. É o que afirma o jornalista Leonardo Mota Neto, em sua Carta Poli. Os dois seriam alvo das investigações a cargo do Ministério Público,l que investiga o pagamwenro de propina para a viabilização dos metrôs de São Paulo e de Brasília.

A conexão Alstom-Siemens se aproxima rapidamente do Distrito Federa. Roriz e Arruda estão inquietos e podem ser ceifados no seu afã de voltarem a ser candidatos a governador ou a disputas proporcionais, diz Mota Neto.
A construção do metrô de Brasília e a escolha da tecnologia francesa da Alstom formam o eixo dessa possível denúncia que estaria por ser materializada.
Segundo a Carta Polis o caso Alstom- Siemens, com seu propinoduto, não é privilégio do metrô de São Paulo. Nem é uma anomalia do PSDB paulista.
Tanto que a Alstom e a Siemens estavam também atuando em Itaipu, durante o governo Lula, instalando as duas megaturbinas de 1.OOO.OOO kw, a um custo que deixou a léguas de distância as propinas distribuídas em São Paulo.
O jornalista Leonardo Mota Neto sustenta existir um terceiro flanco do propinoduto já descoberto pelo MPF, na Eletronorte, com fortes suspeitas de ter sido capitaneado pelo senador Waldir Raupp, hoje presidente nacional do PMDB. Portanto, os três maiores partidos políticos brasileiros estão diretamente envolvidos.
– Em Brasília há mais motivos para as suspeitas dos procuradores federais passarem a denúncias formais enviadas ao Superior Tribunal de Justiça porque teria havido delações premiadas na justiça da Suíça, nas quais os emissários das propinas abriram nomes, datas e características da entrega do dinheiro, diz a Carta Polis.
Segundo Mota Neto, um ex-diretor francês do grupo Alstom, que se submeteu à proteção policial e redução de pena em troca de informação, teria citado expressamente não só a quem entregava as propinas, mas qual o meio utilizado – saquinhos de papelão de supermercado, para parecerem brindes inocentes, vinhos, guloseimas, queijos franceses, essas coisas.
O constrangimento maior para os dois ex-governadores, caso essas movimentações se deflagrem, é que terão de prestar longos depoimentos ao MFP, sempre cercados pela curiosidade da imprensa.
Aconteceria logo agora que Arruda entra numa fase mais sólida de suas pretensões, liderando seis diferentes pesquisas para governador, uma delas mandada fazer pela Polícia Militar do Distrito Federal.
Na avaliação da Carta Polis, resta esperar para ver o que acontecerá.
Informou o Notibrás

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