PSD pode acolher os “órfãos” do ex-governador Joaquim Roriz .

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Rogério Rosso: “O PSD tem
autonomia, nos Estados, para se
posicionar a favor ou contra o governo”
 

O PSD de DF pode vir a ser o destino dos remanescentes do rorizismo,
caso o ex-governador Joaquim Roriz abandone a política do DF ou troque
Brasília por Luziânia, o que é pouco provável. O presidente da legenda
no DF, Rogério Rosso, não confirma, mas a sigla pode nascer já como a
segunda bancada da Câmara Distrital, perdendo apenas para o PT. Além da
deputada Eliana Pedrosa, que já anunciou a troca do DEM pelo PSD, Raad
Massouh (DEM), Liliane Roriz (PRTB) e Celina Leão (PMN) também podem
migrar para o PSD. “Há muita especulação sobre as filiações de
parlamentares, mas eu não tenho autorização para divulgar com quem
estamos conversando”, afirma Rosso. Ele diz apenas que, com Liliana
Roriz, não teve nenhuma conversa até agora e não nega nem confirma as
demais especulações.

Se o PSD conseguir herdar os políticos órfãos de Joaquim Roriz e atrair
parlamentares de oposição ao governo Agnelo Queiroz (PT), terá mais
dificuldade para aderir do governo do DF. O que não quer dizer que não
vá. O partido nasce sobre o lema da independência – ou seja, não é de
direita e nem de esquerda, é de centro, e tem autonomia nos Estados para
se posicionar a favor ou contra o governo. Apesar de no âmbito nacional
o PSD estar com o pé no governo de Dilma Rousseff, no DF pode tender
para qualquer um dos lados. Se a sigla herdar os votos do ex-governador
Joaquim Roriz, surge como uma força poderosa de oposição no DF com
chances reais em 2014, tema que Rosso não aceita antecipar, mas que está
na cabeça de todo político em Brasília. Afinal, se Agnelo Queiroz não
reverter a rejeição constatada em pesquisa, ser oposição é mais
interessante que aderir ao governo.

O PSD terá um conteúdo programático para o DF, afirma Rosso. “O PSD, se
perguntado sobre políticas públicas para as áreas estratégicas, terá um
posição definida.” Posição que vai ser construída com a participação
dos novos filiados e da comunidade, explica Rogério Rosso.

Jornal Opção. 

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