Quadrilhas juninas movimentam a Casa do Cantador de Ceilândia

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Com
barraquinhas de comidas típicas e bandeirolas características dos festejos, a
Casa do Cantador de Ceilândia transformou-se em palco para espetáculo de
quadrilhas juninas na noite deste sábado (25). Cerca de 1,2 mil pessoas
participaram do evento, que começou às 19 horas. O governador de Brasília,
Rodrigo Rollemberg, prestigiou o show dos grupos de dança popular acompanhado
da esposa, Márcia Rollemberg, e do secretário de Cultura, Guilherme Reis.

O evento em Ceilândia é o segundo
da programação do circuito
de festas populares Brasília Junina
, lançado pela Secretaria de
Cultura. Foram selecionadas, por meio de chamamento público, 22 quadrilhas para
se apresentarem em seis regiões administrativas.

Na noite deste sábado (25), os shows ficaram por
conta dos grupos Tengo Lengo, Ribuliço, Mala Veia, Chamego do Ó, – os
quatro de Ceilândia –, Matutos da Cidade, de Águas Lindas de Goiás, e
Xique Xique, de Planaltina.

O governador – que entrou na dança – elogiou a
iniciativa da pasta de Cultura pelo evento e a performance das quadrilhas.
“Sabemos da necessidade de apoiar esses grupos e vamos continuar nesse caminho
pela beleza da cultura popular”, disse.

Para o membro do grupo Ribuliço
Marcos Aurélio de Sousa, de 23 anos, a proposta é fundamental para o fomento da
categoria, mas o apoio deve ser contínuo. “Ensaiamos muito para trazer à
população essa qualidade de trabalho. Precisamos de incentivo público para
crescermos ainda mais”, reforçou.

Na quinta-feira (23), quatro grupos de dança
tradicional abriram o Brasília Junina
 com apresentações em Sobradinho. Até 23 de
julho, diferentes quadrilhas vão passar por Paranoá, Itapoã, São Sebastião e
Plano Piloto.

“Essa ação é um casamento entre a produção cultural legítima
da cidade e a Secretaria de Cultura”, definiu o titular da pasta, Guilherme
Reis, sobre a iniciativa e a parceria com os grupos envolvidos.




A microempreendedora Rogéria Machado de Souza, de 38 anos,
que mora na região administrativa, levou a família para assistir às quadrilhas
juninas. “Achei muito legal e tudo lindo. É a primeira vez que venho ver”,
animou-se. O filho mais novo, Pedro, 6, entrou no clima da festa e quis se
vestir à caráter: roupa xadrez e chapéu de palha. “O bigode quem fez foi a
mamãe”, afirmou o pequeno caipira.

Para o diretor da Casa do Cantador, Francisco de Assis, o
evento reflete a vocação do espaço. “Aqui é um ponto tradicional da cultura
nordestina na cidade. Atividades como esta são essenciais para valorizar nossos
artistas populares”, destacou.
Cada grupo receberá R$ 12 mil para as apresentações. O valor
do projeto é de R$ 400 mil — os recursos são provenientes de emenda parlamentar
federal, em convênio com o Ministério da Cultura. Desse valor, R$ 40 mil serão
usados para montagem das estruturas para as apresentações e R$ 360 mil, em
contratações artísticas.

Da Agência Brasília

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