Rede pública de saúde é reabastecida de seringas

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Após ficar sem dois tipos de
seringa para aplicação de vacinas nos últimos meses, o Governo de Brasília informa que a rede pública de saúde de
Brasília foi reabastecida com os insumos nesta semana. Na segunda-feira (31), a
Subsecretaria de Vigilância à Saúde, da Secretaria de Saúde, recebeu um lote de
700 mil unidades da compra feita por meio do Ministério da Saúde e já repassou,
na terça (1º) e na quarta (2), parte do material a todas as regionais do Distrito
Federal.


Chegaram
200 mil peças de tamanho 20×5,5cm, ideal para uso em crianças — que começaram a
escassear na rede em julho —, e 100 mil de 25x6cm, para adultos, esgotada desde
o começo do ano. Além delas, a Saúde recebeu 200 mil de 20x7cm, também para
adultos; 100 mil de 25x8cm, para diluição; e 100 mil de 13×4,5cm, para
aplicações subcutâneas, usadas em vacinas como a tríplice viral e a de febre
amarela.

De
acordo com Tereza Luiza de Souza Pereira, chefe da Rede de Frio — tipo de
central de armazenamento e distribuição de vacinas, imunobiológicos e insumos
da Secretaria de Saúde —, essa quantidade é suficiente para suportar a demanda
da rede por três meses e meio. Ela esclarece que a secretaria vai receber do
Ministério da Saúde mais duas parcelas de 700 mil seringas em 60 e em 90 dias.

Foram
repassadas às regionais nesta semana, em caráter emergencial, 43 mil unidades
de 20×5,5cm, 23 mil de 25x6cm e 49 mil de 25x7cm — quantidade para abastecer a
rede por, pelo menos, 15 dias. Enquanto isso, a Subsecretaria de Vigilância à
Saúde revê a logística de distribuição do material para liberar o restante
antes de esse prazo de duas semanas terminar. “Vamos analisar a quantidade que
cada região precisa para que não falte mais”, explica Tereza Luiza.

Novas vacinas

De acordo com a chefe da Rede de Frio, a carência das seringas ocorreu porque,
em 2014, três novas vacinas — DTP acelular para gestantes, Hepatite A para
crianças e HPV em frasco — foram incluídas no serviço prestado pela rede
pública.

Como
elas não estavam  no pedido de compra feito em 2013, o estoque foi
insuficiente. Além disso, um atraso do Ministério da Saúde na finalização da
ata de registro de preço do material fez com que os insumos, previstos para
chegar em maio, fossem entregues somente nesta semana.

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