Reitor visita UnB Ceilândia para garantir início das aulas em 2011

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LUIZ FELIPE BARCELOS / UNB AGÊNCIA
Recepção da comunidade no próximo semestre ainda depende da conclusão da obra e de outras ações da administração e do GDF
A 55 dias do início do primeiro semestre letivo de 2011, o reitor José Geraldo de Sousa Junior foi ao campus de Ceilândia para ajustar os últimos detalhes para receber estudantes e servidores na nova sede. Além da conclusão do prédio de laboratórios, prevista para março, é preciso viabilizar outras demandas para adequar o novo espaço, como o acesso externo, transporte, segurança e iluminação pública.
No canteiro de obras do novo campus, o cenário é animador. A lentidão registrada em reportagens anteriores da UnB Agência parece ter ficado para trás. Muitas salas do térreo estão praticamente prontas, com janelas, forro do teto, instalação elétrica e pintura. Boa parte das paredes já têm revestimento de pastilhas e as pedras de granito dos balcões das secretarias e cantina já foram colocadas.

Segundo o gestor da obra, arquiteto Rogério Nagatani, o prédio da Unidade de Ensino e Docência (UED) estará pronto para receber os alunos em 21 de março, primeiro dia de aulas. “Vamos entregar o térreo até a segunda semana de fevereiro já para começar a receber os equipamentos e mobiliários”, garante ele, que coordena cerca de 150 homens para encerrar o edifício a tempo de não prejudicar o início do semestre.

A diretora da UnB Ceilândia, professora Diana Pinho, afirma que a conclusão do UED assegura os espaços necessários para receber os 1,5 mil estudantes e 70 professores do campus em 2011. “Teremos oito laboratórios de última geração e um auditório, uma das nossas principais demandas”, observa. Além do UED, o campus continuará usando 10 salas de Centro de Ensino Médio (CEM) 4 e duas da Escola Técnica de Ceilândia.

COMPLEMENTO %u2013 Apesar de a conclusão do prédio de laboratórios estar encaminhada, a recepção adequada da comunidade depende de outras ações em Ceilândia. O acesso externo ao campus, que não conta com estacionamento, ainda é feito por uma estrada de terra. Também falta iluminação pública e um sistema de segurança e de transporte para levar os estudantes das salas de aula aos laboratórios.

“Estamos cientes destas demandas e vamos nos organizar para cumprir o que cabe à UnB a tempo”, afirmou o professor José Geraldo, que esteve em Ceilândia acompanhado do prefeito dos campi, professor Paulo César Marques, e do diretor do Centro de Planejamento Oscar Niemeyer (Ceplan), arquiteto Alberto de Faria. Entre as responsabilidades da UnB estão os jardins, a segurança e o transporte internos.
A Prefeitura vai disponibilizar um ônibus para levar os alunos do CEM 4 ao novo campus. “Vamos ver quais os melhores horários de saída e chegada”, contou Paulo César. O professor ainda garante que o serviço de jardinagem e equipamentos de segurança, como rádios de comunicação para os vigilantes, também serão oferecidos até 21 de março. Segundo informações do Ceplan, a construção de um estacionamento interno também está em andamento.
ATRASOS %u2013 Outras demandas urgentes para viabilizar o início do semestre, no entanto, dependem de órgãos do Governo do Distrito Federal, como a Novacap, a CEB e o Detran. “Solicitamos as medidas necessárias para abertura do campus a todos os governadores que passaram peço GDF nos últimos meses, mas ainda não tivemos uma resposta concreta às demandas da comunidade”, comenta a professora Diana. 
Em 17 de janeiro, uma nova carta com informações e demandas para o campus foi entregue ao chefe de gabinete do atual governador, Cláudio Monteiro, e ao administrador de Ceilândia, Aridelson de Almeida. “Precisamos de pavimentação para o acesso externo, iluminação pública, ponto de ônibus em frente ao campus, redutores de velocidade e do suprimento de energia até termos a subestações”.

Há dois anos em uma situação de improviso nas salas de aula e laboratórios de escolas públicas da região, os estudantes de Ceilândia estão ansiosos para ver a expansão concretizada. “A falta de espaço é um dos nossos principais problemas e chega a afetar a formação dos alunos”, conta a estudante de Terapia Ocupacional, Larissa Galeno. “É preciso urgência na conclusão das obras para uso dos equipamentos”, afirma a jovem.


Agencia UNB

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