Tribunal de Contas do DF libera obras do câmpus Ceilândia da UnB.

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) liberou na tarde desta quarta-feira (15) as obras da Unidade Acadêmica do câmpus de Ceilândia da Universidade de Brasília (UnB).

O tribunal havia suspendido o edital de licitação na última semana questionando a falta do projeto de fundação do auditório, a adequação dos acessos às pessoas com deficiência e questões como uso incorreto de termos técnicos no documento.



Nesta terça-feira, representantes da administração da universidade pediram que o edital, se fosse liberado, reduzisse o prazo de entrega de propostas de 30 dias para 15, para evitar mais atrasos na obra.

Segundo a UnB, havia o risco que as aulas do segundo semestre fossem suspensas se as obras não tivessem início. A expectativa da universidade era que as mobras tivessem início antes do carnaval.

A universidade informou que a Novacap garantiu que todas as falhas apontadas foram sanadas e que a documentação foi aprovada pela equipe técnica do TCDF.

Obras atrasadas
A construção da Unidade Acadêmica e do bloco de Ensino e Docência, que vai abrigar salas de professores, auditórios, laboratórios e secretarias de cursos, foi licitada no segundo semestre de 2008 e deveria ser concluída em julho de 2009. O primeiro prédio foi entregue, inacabado, em junho de 2011 e a construtora pediu mais dois meses para terminar o segundo.

No final de julho, a Novacap recomendou à Secretaria de Obras a rescisão do contrato, após a entrega ser adiada dez vezes. Depois de diversos atrasos e da pressão dos estudantes, que chegaram a ocupar a reitoria, a UnB assumiu a obra da Unidade de Ensino e Docência em 30 de novembro de 2011.

Revolta
Estudantes do câmpus de Ceilândia ocuparam durante 11 dias a reitoria da UnB no ano passado, para protestar contra a demora nas obras. Eles decidiram deixar o prédio depois de o Conselho Universitário optar por manter o 1º Vestibular de 2012 para o campus de Ceilândia.

Na época, o reitor José Geraldo de Sousa Júnior, que havia se declarado contrário à suspensão do vestibular, disse que o problema central da universidade não é o ingresso de novos estudantes. “O problema central não é entrar ou não entrar em vestibular, é encontrar condições adequadas para continuidade do curso.”

Agora, a criação de novas turmas noturnas e do curso de Fonoaudiologia em Ceilândia está comprometida pela demora do edital, de acordo com a UnB.




G1 DF

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