Rio Quente-GO:Mais de R$ 180 mi são furtados do Banco do Brasil.

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MPF-GO apresenta denúncia contra oito pessoas envolvidas na ação
Déborah Gouthier

O MPF-GO (Ministério Público Federal em Goiás) apresentou denúncia contra um furto milionário ao Banco do Brasil. Oito pessoas estariam envolvidas na ação que subtraiu mais de R$ 180 milhões da agência do município de Rio Quente, distribuídos em contas espalhadas por vários Estados brasileiros.

Fábio Barreto, Adilson Martins Braga, Elson Resende Marins, João Bosco Araújo Costa, Marcelo de Freitas Mendes, Luiz Henrique Patrício, Arle Schmidt Azambuja e Armando Valdomiro Pereira Fontoura foram denunciados. O MPF requer as condenações previstas no Código Penal, que incluem reclusão de dois a oito anos e multa, para crimes cometidos “com abuso de confiança, ou mediante fraude, escalada ou destreza” ou “mediante concurso de duas ou mais pessoas”.

Ação

Em agosto de 2004, o grupo invadiu o sistema eletrônico da agência bancária, utilizando matrículas e senhas de dois funcionários do banco para transferir o valor de R$ 184.293.000,00 para 19 contas correntes endereçadas no Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia. Com a instalação de um modem adicional no sistema da agência de Rio Quente, o grupo conseguiu acessar remotamente o sistema de informática do banco, sem precisarem sequer entrar na agência para fazerem as transferências.

Os envolvidos no esquema, que incluía funcionários dos bancos, planejaram a ação com antecedência e foram incumbidos de tarefas específicas para a consumação do delito.

Por meio de documentos falsos, o grupo abriu contas bancárias no Banco do Brasil, Caixa Econômica, Bradesco e Unibanco, que permitiam o recebimento de parte dos valores transferidos. Os saques nas contas não chegaram a ser realizados porque a Unidade de Segurança do Banco do Brasil bloqueou os valores, sob suspeita de fraude, após a constatação de que o gerente da agência não tinha autorizado as transferências.
Leia, na íntegra, a denúncia sobre o furto.

*Jornal Opção, Com informações do MPF-GO

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