Sindicalista pede desativação de terminal rodoviário em Ceilândia.

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Ontem por volta das 15 horas, os ônibus da COOTARDE assistidos pelo Sindicato dos Rodoviários, através do Presidente Sr. João Osório paralisaram as atividades e concentraram-se na entrada da avenida Córrego das corujas, próximo ao PCS 71.

Segundo o Sindicato a manifestação se deu em virtude da precariedade das instalações provisórias do terminal rodoviário e pela falta de segurança do local, cuja culpa o Sr. Osório imputou à Prefeitura Comunitária do local e, especialmente, ao Prefeito Comunitário Edson Batista e pede a imediata desativação do referido terminal, prometendo novas paralisações.. Para confirmar os temores dos rodoviários, a imprensa noticia hoje que: ” Um bando de assaltantes invadiu o terminal rodoviário na noite desta terça-feira (6) no bairro Sol Nascente, em Ceilândia, região administrativa do DF, e fizeram um arrastão entre passageiros, motoristas e cobradores. Os bandidos agrediram, roubaram e foram embora. Pelo menos dez funcionários de uma mesma empresa foram assaltados. A ação não durou mais que cinco minutos. Um motorista de ônibus, que tem medo de ser identificado, foi mais uma vítima dos ladrões. Ele teve R$ 100 roubados e, mesmo sem reagir, ainda levou uma coronhada. O despachante também acabou sendo ameaçado.”, informações do portal R7. Ocorre que o terminal rodoviário é um antigo pleito dos moradores do local. Sua instalação se deu por conta da mobilização das lideranças, através da Prefeitura Comunitária do Sol Nascente, Gerência de Condomínios da Administração Regional e empresas de ônibus. Se o governo não consegue , ao menos, dar segurança, retira-se o terminal?
Entendemos e somos solidários às preocupações dos rodoviários, porem seria cômodo a simples desativação do terminal que atende a milhares de pessoas. Segurança é ação de governo. Instalações adequadas de terminais rodoviários, adequações de linhas e regularidade dos transportes públicos, também são ações de governo. Não há que se culpar e penalizar a população, por aquilo que não lhe é dado: Ações de governo. Sugerimos, como sempre, que o processo de regularização seja agilizado e as politicas públicas sejam implantadas com a máxima urgência. Postos policiais estão previstos; Terminais rodoviários estão previstos; Urbanização está prevista. Ceder às ações de arruaceiros e retirar benfeitorias, ainda que provisórias, que atendem à população ao invés dar-lhes segurança, alem de prejudicar a população, demonstra a fragilidade do estado.
solnascentehoje.blogspot.com

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