Roriz costura uma aliança com Rosso, Arruda e P.O. para 2014.

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Por Karla Maranhão
Ex-governador quer voltar nos braços do povo
Ex-governador quer voltar nos braços do povo

O ex-governador Joaquim Roriz disputará a sucessão de Agnelo Queiroz em
2014. Sua campanha terá a bandeira da mão limpa. Vai explorar as
denúncias de corrupção de que foi alvo o atual governador e usar sua
absolvição pelo Supremo Tribunal Federal como trampolim para voltar ao
Palácio do Buriti.

Roriz ainda não definiu a legenda a que se filiará, mas é certo que
deixará as hostes do Partido Social Cristão. Ele tem costurado uma ampla
aliança que vai de antigos desafetos (como o ex-governador José Roberto
Arruda e o vice Paulo Octávio) até Rogério Rosso, uma espécie de pai do
PSD de Gilberto Kassab no Distrito Federal.
Rogério Rosso já ofereceu a legenda ao ex-governador. Mas Roriz vai
avaliar o convite. Antes ele pretende convencer a deputada distrital
Eliana Pedrosa, pré-candidata do PSD ao governo, a desistir da disputa. A
idéia do ex-governador é oferecer a vaga ao Senado à representante
kassabista na Câmara Legislativa.
Na eventualidade de optar por outra legenda, Joaquim Roriz tem
convites do PSDB (Maria de Lourdes Abadia, antiga aliada do
ex-governador, continua dando as cartas no ninho tucano em Brasília) e
do Democratas, hoje capitaneado pelo ex-deputado Alberto Fraga.
O mais certo, porém, é que ele se filie ao PSD. Essa filiação passa
pelo eixo Brasília-Goiânia-São Paulo e tem as bênçãos de Marconi Perilo,
governador de Goiás. Para retribuir o apoio de Perilo, Roriz orientou
seu grupo político a apoiar um tucano para a prefeitura de Goiânia, para
fazer frente à aliança encabeçada pelo PT que tentará reeleger o
prefeito Paulo Garcia.
A decisão de Roriz de entrar na disputa começa a alvoroçar os
bastidores da política brasiliense. Deputados distritais do PMDB e de
outras legendas da base governista que juram fidelidade a Agnelo Queiroz
vêm mantendo encontros reservados com interlocutores do ex-governador.
Quanto a costura estiver sacramentada, a debandada será geral.
O salvo-conduto estará assegurado, por exemplo, a quem for visto
conversando a um canrto do Plenário da Câmara Legislativa com a deputada
Liliane Roriz (PSD). Ela é a verdadeira herdeira política do rorizismo,
mas só lançará mão do cetro no pleito de 2018. Justamente para
substituir o pai em sua última pasagem pelo Governo do Distrito Federal.
Fonte: Notibras

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