Roriz mais perto de definir futuro partidário.

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O ex-governador Joaquim Roriz  reúne-se hoje com o presidente nacional do PSD, o ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab, para uma conversa que pode ser decisiva na sucessão brasiliense. Existem chances concretas de que Roriz ingresse no PSD, levando consigo seu grupo político. Será preciso, porém, acordo sobre duas questões fundamentais. A primeira é a garantia de vaga majoritária. A segunda, independência na sucessão nacional.
Independência nos palanques

A independência é crucial, uma vez que existem fortes possibilidades de que Kassab leve o PSD a apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Em tese, seria constrangedor, para dizer o mínimo, um palanque — mesmo teoricamente — a reunir as duas candidaturas.
Há precedente, pertinho
Existem, porém, precedentes. Em Goiás, o PSD é comandado pelo deputado Vilmar Rocha, chefe da Casa Civil do governador Marconi Perillo. Está mais do que assentado o apoio do partido à reeleição de Perillo, que por sua vez apoiará Aécio Neves. Roriz não definiu seu candidato à presidência, mas a tendência de seu grupo é, igualmente, votar em Aécio. A independência permitiria que, mesmo como o apoio do PSD nacional a Dilma Rousseff, a seção brasiliense fique, como a goiana, com Aécio Neves.
Presidente ficaria

Nada disso impediria a manutenção do ex-governador Rogério Rosso na presidência do PSD brasiliense. Rosso tem a confiança tanto de Kassab quanto de Roriz, que não esquece seu apoio a dona Weslian na eleição passada.
Responsabilidade
De seu lado, Rosso diz que não chegou ainda a hora de definições, mas só a da responsabilidade. 

Por Eduardo Brito / Jornal de Brasília

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