Roriz não descarta apoio a Liliane.

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Em boa posição na quase totalidade das pesquisas de intenção de voto para o governo do Distrito Federal em 2014, o ex-governador Joaquim Roriz ainda não bateu o martelo sobre a sua possível candidatura no ano que vem.

Roriz tem mantido conversas com aliados e costuma assegurar que pretende, sim, sair como cabeça de chapa em uma grande aliança de opositores ao atual governo. No entanto, o ex-governador não descarta também apostar suas fichas na filha mais nova, a distrital Liliane Roriz, que tem se destacado positivamente na Câmara Legislativa

Nova alternativa 

Em um dos encontros com figurões da política local, o ex-governador abriu uma nova possibilidade na carreira política da parlamentar. Ele lançou no ar a possibilidade da filha concorrer ao Senado, deixando assim livres as outras duas cadeiras da chapa majoritária de oposição ao atual governo. A ideia, na interpretação de quem ouviu, seria facilitar eventuais composições com partidos oposicionistas, aí incluídos os tucanos.
Sorte na filiação 

Liliane Roriz deu sorte. Por muito pouco não entrou na lista dos deputados que correm risco de perder o mandato caso prosperem as ações do procurador-geral da República contra quem se transferiu para um partido recém-criado como estrategama para, mais tarde filiar-se a um terceiro. Seria violação da fidelidade partidária. Com o pai Joaquim, Liliane discutiu a transferência para outros partidos, inclusive o PSDB, e chegou a bater o martelo com o DEM, manobra que fracassou à última hora. Se estivesse em qualquer desses partidos, correria risco. Joaquim Roriz acabou optando pelo nanico PRTB, por acaso o mesmo que serviu de veículo para a eleição de Lilian.

Por Eduardo Brito / Jornal de Brasília

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