Roriz quer ter o PMDB como alternativa.

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O vice-presidente da República, Michel Temer (foto), recebeu o ex-governador Joaquim Roriz para uma conversa longa. Não, Roriz não foi convidá-lo para a festa de seus 77 anos, comemorados no domingo. Queria discutir algo de bem concreto: saber se haveria condições para seu reingresso no PMDB, a que pertenceu durante mais de vinte anos. Ficaram de marcar nova conversa. A visita a Temer pressupõe, claro, algum tipo de entendimento com o presidente regional do partido, Tadeu Filippelli, que é muito próximo do vice presidente.
Opção familiar

O ex-governador estava acompanhado apenas da deputada Jaqueline Roriz, sua filha. Caso o retorno de Roriz dê certo, Jaqueline poderá acompanhá-lo.
Mais portas abertas
O PMDB não é a única alternativa para o ex-governador. Roriz tem conversado com o PR e com o PSDB. Mas, se necessário, pode ir para o PSD — onde estão antigos aliados seus, mais a filha Liliane — ou para o PSC. 
Vaivém partidário
Fica o registro de que, mesmo tendo passado a maior parte de sua vida política no PMDB, Roriz deixou a legenda por duas vezes. Quando extinto o antigo MDB, não acompanhou Ulysses Guimarães para o sucessor PMDB, mas participou da fundação, imagine só, do PT. Recuou rapidinho, foi para o PMDB, mas deixou a legenda, já nos anos 90, para criar o PP — nada a ver com o atual PP, que tem outra origem, o PDS. Retornou ao PMDB, elegeu-se duas vezes governador pelo partido, mas saiu quando corria o risco de ser emparedado por antigos aliados. Foi então para o PSC, sua última legenda, da qual já se desligou.

Por Eduardo Brito / Jornal de Brasília

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